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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Curtas

À espera do partido - O ministro Bruno Araújo (Cidades) foi o primeiro dos quatro tucanos a admitir a hipótese de pular fora do governo Temer, logo após a divulgação do áudio da conversa que o presidente teve no DF, em abril último, com o empresário goiano Wesley Batista. Araújo foi convencido pela cúpula do PSDB a ficar no governo e agora só sairá se o partido romper com o presidente.
O fico – O ministro Raul Jungmann (Defesa) também ensaiou um “pedido de demissão” em solidariedade ao correligionário, conterrâneo e amigo, Roberto Freire, que deixou o Ministério da Cultura depois que Joesley Batista botou a boca no trombone. Mas foi convencido a ficar pelo próprio Temer e agora se transformou num dos principais “conselheiros” do presidente.
Nem aí – O ministro Gilmar Mendes (STF) faz palestra hoje no Recife para empresários do LIDE Pernambuco. Ele aparentemente não está preocupado com o 2º pedido de impeachment contra ele protocolado na mesa do Senado pelos juristas Cláudio Fontelles e Marcelo Neves. O 1º foi arquivado pelo então presidente Renan Calheiros porque estava baseado, segundo ele, em “notícias de jornais”.
O salto – Até agora, apenas dois deputados estaduais estão decididos a disputar mandato na Câmara Federal no próximo ano: Lucas Ramos (PSB) e Sílvio Costa Filho (PRB). O PT vinha pressionando Odacy Amorim, mas ele já disse que não irá. Prefere ficar na “província”.
Ovação – Após proferir palestra, sexta, em Belo Horizonte, no 55º Congresso da UNE, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) foi ovacionado por gritos de “Brasil pra frente/Ciro presidente”.
Resgate – Com um orçamento modesto em relação a muitos municípios do interior do Estado, o prefeito Joaquim Neto (PSDB) resgatou a tradição do São João de Gravatá. O deputado Antonio Moraes (PSDB) foi um dos convidados do prefeito para a noite de abertura (16).
Silêncio – A cúpula do PSB estadual está calada sobre versões de que o senador Fernando Bezerra e seus filhos Fernandinho e Miguel poderiam deixar o partido. É como se não acreditasse nessa hipótese. Uma coisa porém é certa: se o senador sair não é para se filiar ao DEM, que é liderado em Pernambuco por Mendonça Filho, e sim para um partido que ele controle.

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