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segunda-feira, 18 de agosto de 2014


Com apoio de Milton Cícero, torneio dos campeões da Varzinha chegou ao fim nesse domingo

 Nesse domingo 17, chegou ao final o 1 º torneio dos campeões realizado no sítio Varzinha. O torneio começou a três semanas, e teve como campeã a equipe formada por Gilberto, João, Junior Albuquerque, Leandro, Batata, Matheus, Morales, Deci e Dito (goleiro).

A decisão foi um verdadeiro passeio, e a equipe azul venceu por 4 a 0. A equipe campeão teve o artilheiro com campeonato, Matheus, o defesa menos vazada levou apenas dois gols e o melhor ataque fez 14 gols.



Equipe campeã recebendo o troféu


Dimas Dantas esteve no torneio

O pior jogador do campeonato Bá, entrega o troféu ao melhor jogador Matheus

Equipe vice campeã

Os campeões




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Veio-me à Memória 15 de janeiro de 1985



Revendo a memória, lembro-me do momento que vivíamos quando da abertura política do Brasil com a eleição indireta do Presidente Tancredo Neves, no Colégio Eleitoral, com o qual o PT não concordou nem votou. O radicalismo deste partido é congênito. Tudo aconteceu dia de Santo Amaro, padroeiro de Taquaritinga do Norte.

Consolidada a vitória, Tancredo Neves fez um belo discurso e conclamou o povo brasileiro a se manter unido, para vencer mais umas etapas de nossas vidas e a consolidação da esperança de que àquela seria a última eleição indireta. Espera-se que seja. E isso depende muito da política partidária a ser praticada.

            Quando nos preparávamos para a posse, repentinamente a morte veio e levou senador mineiro. Empossado Sarney aos trancos e barrancos levou até o fim o mandato. A doença e morte de Tancredo Neves têm certas semelhanças com a tragédia que abalou Pernambuco e o Brasil com a morte prematura de Eduardo Campos.

Com a morte do presidente eleito, parecia que um terremoto caiu sobre nós. Estávamos sem líder. O Senhor das Diretas nosso saudoso Ulysses Guimarães, por mais simpático que fosse não conseguia demonstrar o carisma de Tancredo Neves. 

Logo após o anúncio do episódio perguntaram a um líder do Governo eleito, Pimenta da Veiga o que seria feito a partir de então e ele prontamente respondeu: "O Brasil não pode parar e nós temos que continuar." Continuamos. Elegemos uma Constituinte Originária, que depois de muitos debates promulgou uma Constituição recebeu o epíteto de Constituição Cidadã. E parou por aí, quando nos referimos os ganhos sociais.

Houve a vitória consagradora e amadora do Collor, cuja vaidade parece ter sido sua maior inimiga. E não paramos por aí. Vencemos a inflação. Reconstruímos e reinserimos o País no cenário internacional. O Programa de Privatizações, do Presidente Fernando Henrique Cardoso, contribuiu de forma efetiva para o alcançamos o nível tecnológico de hoje.

Mesmo que as conquistas econômicas do Plano Real tenham sido abandonadas pelo Partido dos Trabalhadores, que institui o Bolsa Família e continua convencido de que nunca na história deste País houve um governo melhor. Enquanto eles acham que estão governando o Brasil encaminha-se para o fundo do poço, se igualando à Argentina, à Venezuela e à Bolívia que ainda vivem um sonho de um romântico comunismo, cuja promessa é acabar com as desigualdades sociais. Ficamos apenas com o sonho.

Com a aproximação das eleições de 2014 surgiu uma terceira via, como gostava de dizer Eduardo Campos, mesmo muito distante de ser ou representar tal via, ele seria um candidato para o futuro. Estava se preparando para 2018, quando esperamos nos livrar do governo do PT.
O momento é difícil. A morte prematura de Campos nos traz os mesmos sentimentos que vivenciávamos com a morte de Tancredo Neves, quando em um dos seus discursos dizia: “não vamos nos dispersar.”. 

Assim, a palavra chave para o momento que vivemos é a mesma pronunciada por Tancredo Neves. As autoridades política pernambucana e brasileira, mesmo com a lastimável perda, e enlutadas devem se unir para construir um novo País. Como disse o próprio Eduardo Campos: “não podemos desistir de nosso Brasil.”. Eu não vou desistir enquanto existir, pois enquanto existir um advogado existirá a luta pela liberdade, pela justiça, pela democracia e acima de tudo pela igualdade.

Antonio Martins de Farias é Advogado e filho de Taquaritinga do Norte.

Um novo momento... Uma nova eleição

Com a trágica morte do ex-governador e presidenciável Eduardo Campos, os cenários mudam completamente do que já estava posto, apesar de óbvio alguns pontos merecem ser destacados.

Uma forte terceira via  



Campos surgia como uma opção viável, para quem estava cansado do monopólio PT x PSDB no âmbito nacional, o seu partido o PSB sairia fortalecido das eleições e ele figuraria como um dos principais nomes já para 2018. Eduardo era quem melhor construía esse caminho e os resultados crescentes do PSB apontavam isso.

Como fica o PSB
 
Nesse momento em que seu líder maior desaparece bruscamente, resta ao partido se engajar nessa campanha presidencial que já aponta Marina como cabeça da disputa. Chegando ao segundo turno ou vencendo as eleições o PSB dispara na frente e se consolida, caso não chegue ao segundo turno, Marina deve lutar para formalizar a sua Rede Sustentabilidade. O PSB precisa ter muita habilidade nesse momento delicado e se unir nacionalmente e nos estados onde conta com candidaturas.

Eduardo E Marina
 
Em nenhuma campanha presidencial o nome de uma vice nos materiais publicitários teve o mesmo destaque do presidente quanto nessa dupla que se uniu na prorrogação eleitoral.

Marina Silva
 
O nome dela enche de imprevisibilidade o pleito. Marina já foi testada em 2010 e obteve quase 20 milhões de votos (19,33% dos votos válidos) e nas pesquisas desse ano aparecia com o dobro das intenções de voto de Eduardo. Marina tem seu maior desafio de manter acesa a chama de Campos na campanha desse ano e mira em Aécio Neves (PSDB) atual segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto.

Aécio Neves
 
O tucano se vê numa encruzilhada nesse momento, suas propostas não chegam com clareza aos eleitores e suas criticas não atingem com a força necessária o PT da Dilma. Aécio procura, sem sucesso trazer algo novo para a disputa.

Dilma Rousseff
 
A presidenta é quem mais perde com a entrada da Marina na disputa. Membros da cúpula petista já preparam dossiês contra a ex-aliada, Marina que foi ministra de Lula, consolida o segundo turno no pleito deste ano. 

Novas estratégias
 
Muitos materiais de campanha estão sendo refeitos, guias com criticas ao então candidato Eduardo devem ser deixadas de lado e o tom emocional deve comandar esses primeiros momentos de campanha, que só deve esquentar novamente em meados de setembro.

E Pernambuco...


No Estado de origem de Eduardo que conta com o Paulo Câmara (PSB) como seu candidato contra o senador Armando Monteiro (PTB) a emoção deve ser a tônica da campanha, que deve contar com a presença de Renata Campos, a principal confidente e conselheira de Eduardo nesses anos.
Gilberto Silva

Ponto final: Corpo de Campos é sepultado ao coro de "Eduardo guerreiro do povo brasileiro"



O corpo do ex-governador de Pernambuco e candidato à presidência Eduardo Campos foi sepultado às 18h37 deste domingo, dia 17 de agosto de 2014, no Cemitério de Santo Amaro, no centro do Recife. A viúva Renata Campos e o filho Pedro, 18 anos, ficaram bem próximos ao caixão. 
 
Em determinado momento, o filho José, 9 anos, também se aproximou. A mãe de Eduardo, Ana Arraes, preferiu ficar um pouco mais afastada. Após o sepultamento, fogos de artifícios foram disparados aos céus. Populares exibiam cartazes com recados destinados a Eduardo e aos seus familiares. Gritos de guerra podiam ser ouvidos durante a solenidade, entre eles "Eduardo guerreiro, o povo brasileiro".

O acidente que vitimou o ex-governador na última quarta-feira (13), mesmo dia em que faleceu seu avô, o político Miguel Arraes, há nove anos, também matou outros seis tripulantes. Carlos Percol, assessor de Eduardo, Alexandre Severo, fotógrafo, e Marcelo Lyra, cinegrafista e fotógrafo da campanha, também foram vítimas da tragédia. 
 

domingo, 17 de agosto de 2014


Veja as fotos da missa campal de Eduardo

Marcada pela emoção, assim pode ser definida a missa campal celebrada em homenagem a Eduardo Campos, Carlos Percol e Alexandre Severo. Confira algumas imagens da celebração.


Renata Campos ao lado do filho João Campos antes da missa campal.


A presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula vieram homenagear Eduardo.


Ex-presidente Lula com o caçula de Eduardo, o pequeno Miguel, nos braços.


O filho José abraçado ao caixão do pai.


Dilma e Aécio se cumprimentam no velório de Eduardo Campos.


A filha mais velha de Eduardo, Maria Eduarda, recebe apoio ao lado do caixão do pai. Foto: NE10.


Maria Eduarda, filha mais velha de Eduardo, recebe o abraço do ex-presidente Lula. Foto: Diário de Pernambuco.


Centenas de pessoas acompanham a missa campal.


Ao terminar a missa, o povo grita: 'Eduardo guerreiro do povo brasileiro'.


Missa campal em homenagem a Eduardo Campos, Carlos Percol e Alexandre Severo.


Família recebe apoio dos amigos.


A mãe de Eduardo e ministra do TCU, Ana Arraes, ao lado do caixão.


Filhos acompanham a missa campal.


Renata Campos, viúva de Eduardo, recebe apoio dos filhos e amigos.


Familiares e amigos velam o fotógrafo Alexandre Severo.


Renata ficou cercada por amigos e aliados politicos, entre eles, Marina Silva.


O povo trouxe homenagens de todas as partes do Estado.


O filho de Eduardo, João Campos, rende as ultimas homenagens ao pai


Magno Martins

O último adeus... Todo Pernambuco foi se despedir do governador dos "olhos claros"


Mais de 100 mil pessoas passam pelo Palácio do Campo das Princesas nas últimas homenagens ao ex-governador e presidenciável morto em acidente aéreo na última quarta (13). Segundo o jornalista César Melo do Blog Direto ao Ponto o clima é de intensa comoção e que o destaque maior é da viúva Renata Campos que mostra uma firmeza adimirável.
 

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Várias manifestações culturais marcam o velório do ex-governador pernambucano Eduardo Campos


Foto: César Melo

"Dona Renata" convoca lideranças políticas e militantes para reunião

Renata Campos, viúva do candidato à presidência e ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto num acidente aéreo na quarta-feira (13), decidiu convocar lideranças políticas e militantes para uma reunião na segunda-feira (18).

De acordo com a assessoria de Paulo Câmara, candidato a governador pelo PSB, Renata deve pedir aos correligionários empenho e dedicação na campanha estadual da Frente Popular, numa espécie de chamamento para a defesa do legado do socialista.

A convocação, em nome de Câmara e de Renata, circula nas redes sociais chamando “prefeitos, ex-prefeitos, vice-prefeitos, deputados, candidatos, vereadores, lideranças municipais, lideranças locais e amigos”. O encontro será numa casa de festas, às 10h, no bairro Benfica, no dia do aniversário de 47 anos de Renata.