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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Deputado visita Moda Center Santa Cruz

O deputado estadual Edson Vieira (PSDB) visitou durante esta segunda-feira (14), o Moda Center Santa Cruz. Acompanhado do vereador Júnior Gomes e do ex-vereador Aguinaldo Xavier, Vieira visitou o Parque a fim de conversar com os confeccionistas e compradores e de observar como está o movimento do coração econômico de Santa Cruz do Capibaribe. “Nesse período que antecede o final do ano as feiras são sempre movimentadas, hoje foram contados mais de 400 ônibus e vans nos estacionamentos”, disse o deputado que considera o momento como reação da confecção do nosso Polo.

Assessoria de Imprensa do Deputado Estadual Edson Vieira
Cláudio Higino | Magali Oliveira

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O MUNDO À BEIRA DE UMA EXPLOSÃO!

Surgimento da racionalidade capitalística determinou progresso

Mantidas as taxas de crescimento por país, em 2038 o mundo terá 2,6 bilhões de novos habitantes, cerca de 90% "less developed", sendo 0,7 bilhão de cristão e 0,9 bilhão de mulçumanos, que quase dobrarão o número de fiéis. Índia e China colaborarão com 550 e 200 milhões respectivamente, e a Índia ultrapassa a China em população. É quase 40% a mais; só de fralda e mamadeira, que haja petróleo. Imagine sua cidade, ou suas férias, com 40% a mais de gente. Fossem todos capazes, inteligentes, bem informados, mas não; a maior parte, segundo pesquisa recente, é incapaz de juntar duas pontas num artigo de jornal e 90% não sabe quanto é 90%. Sendo os que mais procriam, são o objeto de desejo, e garantia de futuro, de sacerdotes, jacobinos, messiânicos, assaltantes e populistas, justo o que há de pior no mundo. Incapazes de viver por conta própria, serão um peso insuportável para as economias, já sobrecarregadas de velhinhos e duradouras velhinhas. 

Acrescente as 17 velinhas do bolo de aniversário do Peak-de-Produção de Petróleo, e o cenário é incendiário, e a água, coisa rara. Norte da África, Oriente Médio e boa parte da Ásia, em especial a Índia, já ultrapassaram o limite crítico de suas capacidades aquíferas (na Índia, mais de 90% da água é consumida pelo setor agrícola; nas minhas contas não terá como suprir mais 550 milhões de indianos).

Serão muitos os problemas e aos poucos os governos vão perdendo o controle sobre a população, e a solução natural da Natureza é a guerra, tão necessária à vida como o movimento das placas tectônicas. É a forma mais rápida e eficiente de se manter a ordem interna: o inimigo externo. Guerras com generais, campos de batalha, guerras com medalha, estas não existem mais; não há mais Inimigo à altura. Guerras de rua como são as guerras de hoje em dia. A guerra de WaterOil é também a guerra das almas brutas, que desabam sobre o mundo. Leia esta pesquisa completa no SikSite

A revolução dos 'bichos grilos' mimados da USP


"A congregação da faculdade cujo prédio foi invadido apoiou a invasão e a reivindicação dos amotinados. Mas, numa demonstração de que, felizmente, é possível estudantes aprenderem certo, mesmo quando seus mestres ensinam errado, a maioria dos alunos aprovou, em duas assembleias, a imediata desocupação dos prédios e o policiamento das ruas."

Foto: Andre Penner/Associated Press
Um dos estudantes, é conduzido preso, pela tropa de choque, quando do cumprimento da ordem judicial que determinava a desocupação da reitoria da Universidade de São Paulo. Ao todo mais de 70 estudantes foram presos, autuados em flagrante, por desobediência a justiça e danos ao patrimônio público e soltos mediante o pagamento de fiança.


A Universidade de São Paulo (USP) é a maior instituição pública de ensino superior do Brasil. Com 11 câmpus e 89 mil alunos matriculados, dos quais 50 mil na Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira, figura também entre os mais reconhecidos centros de excelência em pesquisa científica e produção de pensamento filosófico do subcontinente latino-americano.

No entanto, nenhum de seus mais respeitáveis mestres de Matemática será capaz de explicar de que tipo de legitimidade foram ungidos os 73 vândalos que ocuparam dois prédios - um da administração da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e outro da Reitoria - para merecerem do reitor anistia "administrativa" pelos danos cometidos contra o patrimônio, de propriedade da cidadania brasileira, que sustenta suas atividades de aprendizado.



Nem sequer o grego Aristóteles, preceptor de Alexandre, o Grande, encontraria alguma lógica na concessão dada a, digamos, 600 estudantes para decidirem sobre a permanência de jovens turbulentos e estranhos ao expediente nos dois prédios, a pretexto de protestarem contra a presença da Polícia Milita (PM) no câmpus, que consideram "território sagrado" e inviolável.

Quem se depara com a informação de que os invasores dos prédios só admitiam negociar com a Reitoria se os policiais fossem afastados da Cidade Universitária pode ter a falsa ideia de que, de repente, num pesadelo inimaginável, tivéssemos voltado à ditadura, que reprimia a liberdade acadêmica.



Nada disso! Entre janeiro e abril deste ano, os roubos no câmpus aumentaram 13 vezes e os atos de violência - entre os quais estupros e sequestros relâmpagos - cresceram 300%. Em maio, um estudante de Economia foi morto num assalto. O sangue dele foi a gota que fez o cálice transbordar e a direção da USP assinar um convênio com a PM para que soldados fizessem o papel que vinha sendo desempenhado por 130 agentes de segurança patrimonial, que, em dois turnos, vigiavam dezenas de prédios e vários estacionamentos e garantiam a segurança de 100 mil pessoas que circulam todo dia pelas ruas da sede da USP. Em quatro meses de policiamento, os furtos de veículos caíram 92,3%; os sequestros relâmpagos, 87,5%; os roubos, 66,7%; e os delitos de lesão corporal, 77,8%.

Tudo corria muito bem até o dia em que policiais militares que patrulhavam as ruas amplas e arborizadas do aprazível local abordaram três alunos que fumavam maconha no prédio da História e da Geografia. Quando tentaram levá-los para o 91.º Distrito Policial (DP) para registrar a ocorrência, os agentes da lei foram atacados por uma horda de cerca de 200 estudantes. Do entrevero resultaram policiais feridos e seis viaturas apedrejadas. Minorias radicais que controlam diretórios acadêmicos e sindicatos de servidores e professores usaram o incidente como pretexto para um violento protesto contra a presença da polícia "repressora" em "seu" câmpus. Os rebeldes ocuparam um prédio da FFLCH, transformado em QG de sua guerra contra a "neorrepressão".

A congregação da faculdade cujo prédio foi invadido apoiou a invasão e a reivindicação dos amotinados. Mas, numa demonstração de que, felizmente, é possível estudantes aprenderem certo, mesmo quando seus mestres ensinam errado, a maioria dos alunos aprovou, em duas assembleias, a imediata desocupação dos prédios e o policiamento das ruas.

A decisão era de uma sensatez cristalina. Afinal, as únicas prejudicadas com a presença de policiamento no local foram as quadrilhas instaladas nas favelas que cercam a sede da universidade, as quais tiveram reduzidos seus lucros no furto de bens, na sevícia de pessoas e na venda de drogas.

A serviço dessas quadrilhas - da mesma forma que as Farc, na Colômbia, se tornaram a guarda pretoriana dos traficantes de cocaína e o crime organizado no México se aliou ao terrorismo internacional patrocinado pelo Irã -, os grupelhos esquerdistas desprezaram a decisão democrática dos colegas, ocuparam a Reitoria e exigiram a retirada da polícia para negociar a retirada.



Ao invadirem os prédios, mascarados, os ativistas da revolução dos filhinhos dos papais da USP mostraram que não tinham vergonha de se comportar como os assaltantes de diligências no Velho Oeste americano. E que contavam com a possibilidade de não ser identificados na hora de terem de pagar por seus crimes. Ao aceitar sua exigência de que os anistiaria desses delitos, o reitor João Grandino Rodas agiu com a pusilanimidade com que habitualmente os administradores universitários enfrentam esses delinquentes.

Desde que a escolha dos reitores passou a ser feita pelo voto de alunos, funcionários e professores, a politicagem vem sendo a moeda de troca que tem permitido esse tipo de baderna, nociva ao livre aprendizado e à pesquisa que a sociedade paga caro para manter em instituições como a USP.

Felizmente, contudo, a autoridade policial não precisa dos votos dos baderneiros e fez o que devia ser feito: numa operação espetacular e exemplar, retomou os prédios dos invasores e os levou em ônibus para a delegacia, da qual cada "bicho grilo" mimado só saiu depois de pagar fiança de R$ 545, valor razoável para as famílias de privilegiados de elite que não frequentam aulas que poderiam estar sendo ministradas a filhos de pobres, que pagam as contas da USP e não têm chance de frequentar seus cursos caros e disputados.

O câmpus de qualquer instituição acadêmica é sagrado para a transmissão do saber, não para o consumo de drogas. É proibido fumar maconha na nave da Sé, na rua, em boates e na Cidade Universitária. Os "bichos grilos" mimados que se disseram "torturados" por terem sido levados de ônibus - e não nos carrões dos pais - para a delegacia devem ser fichados como bandidos comuns e expulsos da universidade para que outros que querem e precisam estudar recebam a educação que desprezam.
Foto: Lalo de Almeida/Folhapress
Policiais da tropa de choque passam por sala da reitoria com retratos dos ex-reitores da USP, durante a desocupação, por ordem judicial, dos estudantes “rebelados”

José Nêumanne jornalista e escritor, é editorialista do 'Jornal da Tarde' - O Estado de S.Paulo
*Acrescentamos subtítulo, fotos e legendas ao texto original 

CORONELISMO MODERNO: PONTO DE CONVERGÊNCIA ENTRE POLÍTICOS E TRAFICANTES


Em meio a essa pirotecnia midiática que foi a ocupação militar nas favelas da Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu, no Rio de Janeiro, chamou a atenção o cínico espanto de alguns cidadãos que, em contatos com a imprensa, mostravam indignação diante da veiculação de depoimentos, colhidos junto a humildes moradores daqueles bolsões de pobreza, que evidenciavam sinais de benevolência da população em relação ao traficante Nem, antigo chefe do tráfico local, tido por muitos como um "magnânimo benfeitor".

Só mesmo quem não conhece, ou não quer conhecer, a índole do povo brasileiro pode ter ficado "honestamente espantado" com tal comportamento. Afinal, não é muito difícil entender que Nem, assim como fazem outros chefões do tráfico de drogas, cada qual em seu "feudo", partem do pressuposto de dominar corações e mentes dos seus "vassalos" a partir do atendimento, mesmo que superficial, das suas necessidades imediatas, fornecendo-lhes o básico para a sobrevivência, itens sistematicamente negados pelos poderes públicos.
Se fizermos uma projeção das favelas da Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu, ampliando o que ali acontecia para o que acontece em todo esse Brasil Tiririca, veremos que as estratégias de "dominação de consciências" utilizadas por Nem eram análogas as que usam os nazipetralhas, que através da distribuição de esmolas oficiais, a exemplo do bolsa-família, garantem a "compreensão" dos eleitores em relação aos seus "malfeitos". Aqui essa compreensão vem em troca de emprego.

A pergunta é: nesse negócio de reviver o "coronelismo", adaptando-o aos novos conceitos sociais, como forma de garantir "vassalagem", considerando-se lideranças políticas e chefões do tráfico, quem aprendeu com quem? 

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POLÍTICA DE BASTIDORES

Enquanto os políticos locais de oposição se preocupam em demasia com a possível pré-candidatura do ex-prefeito Jânio Arruda, o prefeito aos poucos vem fazendo suas compras, caladinho, vai fazendo o seu "trabalho". Tem um batalhão de gente para votar nele nos blogs, fazer comentários favoráveis ao seu projeto e denegrir a classe política local que lhe faz oposição. Ao mesmo tempo, o socialista tem procurado se articular junto às "forças" partidárias do município, através de empregos. Conheço pelo menos três que dizem ter trocado de lado por "AMIZADES" e por causa do trabalho do prefeito, mas até Janeiro estarão assumindo cargos, querem apostar?. Não duvido de que no papo ele vá conquistando adesões, de empresários quebrados, pessoas que pensam que vão crescer em alguns distritos, e tem aqueles que só servem para babar e chamar bingos patrocinados pelo grupo do prefeito. Este é o momento da articulação, do diálogo, o que nossos representantes de oposição parecem esquecer, por causa de projetos pessoais. 



EDUARDO E O PROJETO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

A imprensa do Sudeste continua de olho no governador Eduardo Campos. Confiram este texto publicado na Folha de São Paulo e reproduzido no Blog de Jamildo:

"Eduardo Campos tornou-se uma unanimidade da política. Aliados e antagonistas vêem no vaivém do governador de Pernambuco a tentativa de se equipar para 2014.

Presidente do PSB, Campos desligou da tomada o fio de Ciro Gomes. Em privado, ele se autoproclama a única alternativa presidencial de sua legenda.

Ligado a Lula por laços que extrapolam a política, Eduardo Campos distancia-se gradativamente do PT.

No penúltimo gesto, aliou-se a Gilberto Kassab. Na Câmara, juntou os votos do seu PSB aos do PSD do prefeito de Kassab.

Unida, a dupla passou a controlar 83 cadeiras –três a mais que o PMDB, três a menos que o PT.

Vitaminado por Kassab, Campos virou, por vias tortas, um cotista majoritário do condomínio governista.

No último gesto, o madarim do PSB desafiou a hegemonia do PT na capital pernambucana. De aliado, passou a antogonista.

Aproveitando-se da debilidade de João Costa, prefeito petista de Recife, Campos levou ao noticiário um candidato próprio à eleição municipal de 2012.

Contra a reeleição de Costa, o governador empina a candidatura de Fernando Bezerra Coelho, o amigo que o representa no ministério de Dilma (Integração Nacional).

Ex-aliado automático, o PSB ameaça tornar-se um estorvo para o projeto do PT de elevar o número de prefeituras no Nordeste.

Além de Pernambuco, o PSB comporta-se como adversário do PT em pelo menos mais três Estados: Piauí, Ceará e Paraíba.

De resto, Campos é, hoje, o governista com mais trânsito na oposição. O PSB apoia formalmente os governos tucanos de Minas, do Paraná e de Alagoas.

Em São Paulo, plantou o deputado Márcio França, presidente do diretório estadual do PSB, no secretariado de Geraldo Alckmin.

Em Pernamuco, Campos atingiu o ideal de Lula: governa praticamente sem oposição. Promoveu uma cooptação em massa dos prefeitos do PSDB.

Isolou o DEM e tenta anular o PMDB do senador e ex-governador Jarbas Vasconcelos, hoje uma feroz e solitária voz oposicionista no Estado.

Ao quebrar lanças para acomodar a mãe, Ana Arraes, numa cadeira do TCU, Campos revelou-se um adepto das piores práticas coronelistas.

A despeito disso, vende-ae nacionalmente como gestor moderno, adepto da meritocrafia e cultor do regime de metas administrativas.

Há cerca de um mês, em conversa com uma liderança do PMDB do vice-presidente Michel Temer, Campos permitiu-se esboçar os cenários com os quais trabalha.

Num primeiro panorama, Dilma Rousseff passa o resto do mandato falando de crise e chega à sucessão alquebrada, sem condições de pleitear a reeleição.

Nessa hipótese, a análise do governador desdobra-se em duas. Numa ramificação, Lula seria o candidato do PT. E Campos adiaria suas pretensões.

Noutra, Dilma iria à recandidatara na base do vai ou racha. Rachada, abriria espaço para que os governistas buscassem outro nome –de preferência o dele.

Num segundo cenário, Dilma atravessaria a crise sem grandes arranhões e c chegaria a 2014 com popularidade em alta. Nessa versão Campos passaria a mirar 2018.

Com escassos 46 anos, o governador imagina-se em condições de esperar. Em 2014, terá 49 anos. Dali a quatro anos, 53.

Um pedaço do PMDB receia que, faltam-lhe fôlego para o voo alto de 2014, Campos decida acionar o plano B: substituir Temer numa chapa encabeçada por Dilma."

A IMPLOSÃO DA FRENTE POPULAR

O deputado federal Fernando Ferro (foto) deixou claro, em entrevista ao Jornal do Commercio, que se o PSB insistir na candidatura de Fernando Bezerra Coelho à prefeitura de Recife, isso poderá significar a implosão da Frente Popular. A capital é só a vitrine, mas os socialistas brigam por espaço com o PT e outros aliados em várias cidades importantes de Pernambuco. Aqui mesmo, se o nome de Antônio João vingar, o PDT do prefeito, o PTB do deputado e os outros partidos serão reduzidos à sublegenda.

Curtas

Toinho é candidato - Fontes do governo Toinho do Pará, afirmou nessa segunda feira, que ele será candidato a reeleição em 2012. Segundo essa mesma fonte, ele falou em alguns lugares que não seria candidato para que o chamado fogo amigo parasse um pouco, e foi o que aconteceu, mas na hora H, Toinho vai colocar o nome dele na disputa sim. Essa mesma fonte afirmou que é impensável não votar em um prefeito eleito em 2008, para votar em um Taboquinha genérico (Nanau), ou em um candidato que faça parecer que Santa Cruz seja uma monarquia (Ernesto MAIA).

RECADO A EDUARDO – Na entrevista que Fagner concedeu a este blogueiro ficou clara a admiração de sua parte ao governador Eduardo Campos (PSB), que no seu entender ainda é um político tímido, sem a afoiteza de Ciro Gomes. Para o cantor cearense, falta ao socialista mais desenvoltura e iniciativas que possam levar o País a conhecer melhor as suas idéias. “Eu, por exemplo, que sou uma pessoa antenada, não conheço a obra que ele faz no Estado nem seu projeto para o País”, disse.

 Factóide em Caruaru - 
O vereador Adolfo da Modinha, da bancada do PSD na Câmara de Caruaru, acusa o seu colega de parlamento Diogo Cantarelli (PSDB) de criar um factóide ao propor a CPI do Leite. “O prefeito afastou de imediato o procurador, não houve desvio nem prejuízo ao programa que atende 15 mil crianças na merenda”, alegou.

 Descaso em Bom Jardim - Em Bom Jardim, a frota de ônibus recentemente comprada pela Prefeitura não vem recebendo os cuidados necessários. Na semana passada, o leitor Antônio Augusto, daquela cidade, enviou imagens ao blog de um desses automóveis abandonados num posto de gasolina, já quebrado e em estado de completo abandono. Haja descaso com o dinheiro público e os estudantes!
 Ameaça real - 
O deputado Fernando Ferro não bateu duro no PSB por acaso, ao acusar que a pré-candidatura de Fernando Bezerra é uma ameaça ao desmoronamento da Frente Popular no Recife. Na verdade, interlocutores do governador Eduardo Campos andam dizendo por aí que ele não tem mais interesse na aliança com o PT, até porque o seu projeto nacional é com o PSD.

Vai ser Ernesto também - Além de Toinho, quem poderá concorrer a uma vaga no executivo de Santa Cruz pelo grupo de situação é o vereador Ernesto Maia. Ele é o nome favorito do deputado Zé Augusto, e da maior parte do grupo Taboquinha, pois alguns não querem votar naquilo que Mendonça chamou de genérico, Dr Nanau.

Quando estamos afundando, nos agarramos até em jacaré - O grupo de situação de Santa Cruz do Capibaribe, vem se apegando com unhas e dentes ao caso de Edson Vieira. Neste sábado, foi convocada toda imprensa "oficial" de Santa Cruz numa tentativa de querer  o nome do deputado Edson Vieira fique desgastado com insinuações de ficha suja, mas como diz  a banda garota safada, tentativas em vão, pois como disse um grande radialista de Santa Cruz, "Um caderno com nome de eleitores, é diferente pelo menos um pouco, de desviar merenda escolar", afirmou esse radialista, que não quis se identificar.






Fagner desabafa: "Lula foi cafajeste e Ciro, otário"










Arredio a entrevistas, principalmente políticas, o cantor Raimundo Fagner rompeu o silêncio e numa entrevista exclusiva ao meu blog, que a Folha de Pernambuco também publica hoje, fez uma revelação bombástica.

Amigo do ex-ministro Ciro Gomes, a quem já emprestou o seu talento em companhas políticas, Fagner acha que ele (Ciro) caiu numa armadilha do ex-presidente Lula, quando este o influenciou a transferir o domicílio eleitoral para disputar o Governo de São Paulo e em seguida o abandonou.

“Naquele episódo, o Lula agiu como cafageste e Ciro como otário”, desabafou.

Fagner revela que, embora não conheça bem o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), nutre por ele admiração e até aposta nele numa disputa presidencial, mas faz uma advertência. Julga o socialista tímido e acha, por isso mesmo, que deveria divulgar mais para o País as suas ideias.

“O Brasil não sabe ainda o que o Eduardo pensa”, diz. Confira abaixo a entrevista, concedida sábado passado, à sombra de um pé de cajueiro na Pousada de Brotas, em Afogados da Ingazeira, a 386 km do Recife, minutos antes de fazer um show na festa em homenagem ao compositor José Dantas, em Carnaíba, cidade vizinha.

Como vê hoje o cenário da política nacional com a demissão de tantos ministros por corrupção?

Isso é o retrato da política no Brasil, que vem empurrando tudo com a barriga. O loteamento de cargos, as coligações que se fazem para chegar ao poder, tudo isso representa uma prática que a gente vem tendo aqui no Brasil muito forte e que impede que pessoas que mais credenciadas possam assumir determinados cargos. Não se escolhem pessoas competentes, porque a prioridade é política. Só uma reforma política talvez fosse capaz de corrigirv esse erro, que é muito grave. No Brasil, os partidos vão tomando conta dos cargos e termina acontecendo o que está acontecendo aí (as demissões dos ministros), o que, convenhamos, da forma que observamos e constatamos, é uma grande vergonha.

Trata-se de uma herança maldita de Lula?

Com certeza! É uma herança do Lula, não só isso, mas tantas outras coisas. Agora, esse momento da Copa, é também uma herança do Lula. Talvez ele, por estar no final de mandato, tenha deixado de negociar com a Fifa. Do jeito que a Fifa, impondo. E ele mesmo não mais aí para defender os pontos que são necessários. Até porque, nós somos o Paísdo  futebol e temos que ter certa prioridade. A Fifa não é dona de tudo. Essa estória está muito muito mal contada. A Fifa atropela em todo canto, com exceção de alguns países. Aqui, no Brasil, é muito difícil, porque já está muito em cima e talvez o Lula tenha aberto essa porteira. A Dilma vai ter dificuldade para botar a casa em ordem e dar os direitos que o povo brasileiro tem para assistir uma Copa do Mundo. Corremos o risco de termos no Brasil a copa do estrangeiro.

Falando em Copa do Mundo, Fortaleza, a capital do seu Estado, ganhou o direito de sediar os jogos da seleção brasileira. O que pesou mais nisso?

Eu acho que, primeiro, a influência política.

Tem tudo a ver com a amizade do Ciro Gomes com Ricardo Teixeira?

Olha, o Teixeira é amigo, primeiro lá atrás, do Tasso (Jereissati), de colégio no Rio. Meu irmão, o Fares, que foi presidente de Federação Cearense de Futebol durante muito anos, sempre teve um relacionamento muito estreito e de muito respeito com Ricardo. Teixeira sempre privilegiou as gestões de Fares no Ceará. O Cid também tem feito um papel extraordinário em conduzir aquilo que a Fifa determina que é necessário. Portanto, nós estamos adiantados no estádio e num Estado em grande desenvolvimento e visibilidade turística, além da proximidade com a Europa. Tem também a relação política e futebol que o Ricardo sempre teve com o Estado do Ceará. Isso vem não é de agora, vem do Tasso, vem da gestão do Fares, meu irmão, e do que Cid está fazendo, tanto que o nosso estádio é o mais adiantado e isso é muito bom para o Nordeste. O privilégio sempre foi de São Paulo e Rio, Rio Grande do Sul, Minas Gerais. E a gente daqui não tem que ficar com picuinha tipo por que o Ceará? Enfim, temos que ficar felizes por ser uma cidade do Nordeste.

 O senhor acha que Lula tratou bem o Nordeste? E a Dilma vem dando o mesmo tratamento?

Eu não sei, porque não estou acompanhando o Governo Dilma. Lula deu muita prioridade ao Nordeste, principalmente aqui para Pernambuco. O governador Eduardo Campos ganhou muito com isso eu acho que ele poderia ser um pouco menos tímido. Talvez seja ainda as asas do Lula que abrandam nas suas costas, mas acho que ele deveria ser um pouco mais aguerrido.

Eduardo seria um bom candidato a presidente?

É um menino extraordinário, mas para isso não deve ficar muito quieto. Ele tem que mostrar um pouco as opiniões dele, que ninguém conhece ainda no Brasil. Nós sabemos que ele é um bom gestor, que Pernambuco está num momento muito bom também. Isso, provavelmente favorecido pelo carinho que Lula tem com ele e com a sua terra natal. Acho que falta um pouco mais para ele se apresentar para o jogo do 'buscar a bola' e não ficar só recebendo. Jogo é jogo, você não pode só ficar recebendo bola boa, tem que sair a campo né? Não tão como Ciro, que é um cara mais despojado, tem a opinião solta, a língua solta. Mas ele pode também se deslocar, porque no futebol é aquele negócio, quem pede tem a preferência.

Quando o senhor diz que o Ciro tem a língua solta é uma crítica ao seu estilo de falar demais e na hora errada?

O Ciro fala coisas necessárias, só que a mediocridade da nossa política não permite isso. A gente vive ao lado de um bando de corruptos que não diz nada e quando alguém diz reclama. O Ciro é um cara muito autêntico, um cara de personalidade, tem uma história política extraordinária, muitos cargos, ministro, governador, prefeito e ele tem essa condição de falar a hora que quer. Eu acho que se fosse mais esperto, se fosse mais malandro ( mas ele é puro e sincero), não cairia nessa armadilha do Lula de levá-lo para trocar o seu domicílio eleitoral para São Paulo. Lula fez um mal horrível ao Ciro. Eu acho que o Lula foi terrível com o Ciro, não correspondeu ao que o Ciro fez com ele. Na hora em que o Lula precisou do Ciro, num primeiro momento, o Ciro foi e priorizou o Lula para poder contribuir com o País, mudou de lado no seu projeto político e levou um belo drible do Lula. O Lula nessa situação foi um cafajeste e o Ciro otário.

Em relação ao PSB, o senhor elogiou o governador Eduardo Campos, mas o Ciro é um grande concorrente de Eduardo para presidente da república dentro do seu partido, no caso o PSB...

Com certeza! Mas, para isso o Eduardo precisa se mostrar mais ao País. O povo já conhece o Ciro no que ele sabe fazer de bom e também aonde ele se perde e o Eduardo as pessoas precisam conhecer mais para ele chegar lá. É aquela velha estória de esperar o cavalo passar selado e montar na hora certa. Ele tem uma ligação com Aécio, o Ciro também tem. O fato é que o quadro político no Brasil ainda está muito confuso.

Como artista, o senhor se sente frustrado com tratamento que o governo tem dado a classe. Esperava mais do governo?

O bom cabrito não berra. Eu não dependo muito do governo. Na minha profissão sempre fui muito autônomo. Eu nunca pedi incentivo fiscal e nunca fiz nada buscando o governo, porque eu sempre tive grande público que sempre me prestigiou, que enche meus shows. Eu acho que quem precisa mais do governo são os artistas que têm mais dificuldades, que estão começando a carreira, aqueles dos estados mais pobres do Brasil, onde a cultura precisa ser mais incentivada e que precisam ter mais investimentos. Eu sempre me senti assim. Acho até horrível ver um artista de nome pegando dois, três milhões do governo para seus projetos, isso é ridículo, porque esses já conquistaram seu público e têm condições de ganhar dinheiro. Então, eu nunca corri atrás de dinheiro de governo e por conta disso não fico sabendo muito quais são os avanços. Eu sei que na minha área tem um avanço que a gente busca através da PEC 098, que diminui a carga tributária para que se possa trabalhar com mais condição e possa se enfrentar a pirataria que é nefasta. Mas ela existe para todos os tipos de produtos no Brasil. É uma questão de Polícia federal no contexto da sociedade. Essa PEC poderá facilitar muito a busca de produções, a diminuição dos impostos que são muitos para todas as categorias. Agora, eu não acho que seja correto um artista pedir muita grana pra fazer seus projetos, principalmente aqueles que já tem o sucesso garantido e por isso as condições de ganhar dinheiro.

O senhor não faz campanha para políticos?

Faço e já fiz muitas, principalmente no Ceará, onde sou muito amigo do Ciro e do Tasso Jereissati. Já cantei também em Minas para o Aécio Neves, que fez uma parceria comigo numa ONG que abri no Ceará. Isso não significa, entretanto, envolvimento direto com a política nem compromisso direto com político A ou B. Eu sou um artista crítico em relação à postura dos políticos brasileiros, que deixam muito a desejar. O tempo passa e não vemos mudanças para melhor no País. Temos agora uma safra de bons políticos, como o próprio Aécio, o Ciro e o Eduardo, este ainda bastante desconhecido e que precisa dizer ao País o que pensa sobre o Brasil, saindo de Pernambuco, onde acompanho a boa avaliação do seu governo.

O senhor é feliz?

Sim, pelo que faço. O homem tem que fazer o que gosta. Meu trabalho tem uma identidade muito forte com o povo brasileiro, daí o sucesso pelo País inteiro. Sou feliz e resolvido. Quando subo num palanque e vejo o povo emocionado acompanhar as minhas canções românticas me sinto plenamente realizado.

E sua relação com a fama e o público?

Natural. Sou daqueles artistas que compreendo perfeitamente o sentimento e alma das pessoas. Dou autógrafos, abraços, converso com o povo, ou seja, não tenho distanciamento dos fãs, que são a razão e o objetivo do trabalho de todo e qualquer artista.

Pensa em um dia largar a música e disputar um mandato eletivo?

Não, a política brasileira está num nível execrável. Com raras exceções, os políticos brasileiros não sabem honrar o voto do povo. Não tenho vocação para político. Sou um artista que canta o que o povo quer ouvir, que emociono corações. Não vejo que contribuição poderia dar ao País num momento em que a política se deteriorou tanto.

Muitos sonhos ainda ou o projeto de se recolher na casa que o senhor tem na beira do Orós, no Ceará?

Não tenho projeto para me isolar no campo, indo para um refúgio como a minha casa em Orós, minha cidade, que adoro. Quero continuar soltando a minha voz e tenho projetos pela frente, como participar de competições internacionais de corrida. Adoro correr e jogar bola, praticar esportes. Não quero chegar ao final da minha jornada sem participar de uma grande maratona mundial de corrida. 

Matéria do Blog do Magno Martins

Movimento emancipalista é recebido por José Sarney

Parlamentares e lideranças políticas de três estados (Pernambuco, Ceará e Maranhão), acompanhados pelos deputados federais José Augusto Maia (PTB/PE), Domingos Neto (PSB /CE), Chiquinho Escosse (PMDB /MA), e do Senador Clovis Antônio Chaves Fecury (DEM/MA) foram recebidos, na ultima quarta-feira (9) pelo Presidente do senado, José Sarney. 
O grupo defende a regulamentação da Emenda Constitucional nº 15/96, que retirou das Assembléias a competência de legislar, desmembrar e criar novos Municípios e a aprovação do PLP nº 416/2008, que estabelece critérios objetivos, divididos por regiões, a serem positivados em uma lei complementar, para emancipação, fusão e desmembramento de Distritos.
Segundo o deputado José Augusto Maia, o PLP 416/2008 devolve às assembléias legislativas a autonomia para criar, incorporar e desmembrar municípios. " Essa prerrogativa vigorou até 1996, quando a Emenda Constitucional 15 estabeleceu que caberia ao Congresso Nacional aprovar lei complementar para determinar o período em que um município pudesse ser criado. Só que essa lei não foi editada e, desde então, os distritos do nosso país estão com prejuízo muito grande", ressaltou o parlamentar.
José Sarney ressaltou que ira se engajar nesta luta e pediu à frente parlamentar que procurasse o líder do Gov. no senado, Romero Jucá para intermediar uma audiência com a ministra das relações institucionais Ideli Salvatti para o mais rápido possivel, a fim de apresar o projeto que foi elaborado pelo governo para ser apreciado e votado pelo parlamento Brasileiro.
 
Por Alberes Xavier

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Taquaritinga do Norte

Amilton Piscineiro


PARABÉNS HOJE É PARA PROFESSORA ARISTELMA Leitora e colaboradora do nosso blog

VÔO LIVRE DE ASA DELTA E PARAPENTE HISTÓRIA DE VINTE ANOS DESDE O PRIMEIRO CIRCUITO ASA BRANCA. PARTE II

Com a inauguração da Rampa do Pepe, em maio, e o Primeiro Circuito Asa Branca de Vôo Livre, realizado em novembro de 1991, estava plantada a semente do crescimento desse esporte e implantado um novo cartão de visitas para o desenvolvimento do turismo da Dália da Serra.

Durante todo decorrer do ano de 1992, semanalmente os amantes do esporte estavam colorindo o céu da cidade, empolgando os habitantes e turistas que frequentavam o município.

A consolidação do Vôo Livre, como um novo esporte e principal fator de divulgação das belezas e do desenvolvimento turístico do município, veio se materializar com o II Circuito Asa Branca, realizado em novembro de 1992.

Jânio Arruda, prefeito do município, procurou e encontrou uma forma de fazer a cidade aparecer no cenário estadual e nacional. Para isso, teve a idéia de trazer para o evento o amigo de PEPÊ e praticante também do vôo de Asa Delta, o ator Global, MAURÍCIO MATTAR, naquela oportunidade o galã da novela das oito.

Fechada uma parceria com a Empresa Pernambucana de Turismo - EMPETUR, (a Empresa bancando o cachê do ator e a prefeitura o translado RECIFE/TAQUARITINGA/RECIFE), ele ficou hospedado, no Hotel Fazenda.

Com o alto nível da competição daquele ano, a presença do ator Maurício Mattar, e os bons shows realizados em praça pública, vivemos um momento dos mais importantes da história moderna de Taquaritinga, tendo uma divulgação inédita, nos principais meios de comunicação do país. Como Globo Esporte, regional e nacional, Fantástico, da Rede Globo, Jornal o Globo, do Rio de Janeiro. Além de Jornais de São Paulo: Folha de São Paulo e o Estado de São Paulo e em praticamente todos os veículos de comunicação da região e do Recife, além de repercutir na imprensa do vizinho Estado da Paraíba.

Outra publicação a dar destaque ao evento foi a Revista Veja. Naquela época, circulava com um suplemento chamado VEJA 28 graus, para os estados do Nordeste, que era conhecida também como “Vejinha”. Na edição daquela semana, a capa da publicação foi o ator Maurício Mattar, pousando com uma asa delta, promovendo a nossa Taquaritinga.

Vejam algumas frases da imprensa citando o evento:
 
VEJA 28 Graus: NORDESTE VIRA PARAÍSO DO VÔO LIVRE

O campeão brasileiro de Vôo Livre, PHILIP HEAGLE,
É a grande estrela do II circuito Asa Branca de Vôo Livre
Em Taquaritinga do Norte – PE

II CIRCUITO ASA BRANCA
 
Feras do Vôo Livre vem a Pernambuco este mês.

A Competição Será Realizada na Rampa do Pepê, em Taquaritinga do Norte.

VÔO LIVRE GANHA ESPAÇO E FORMA NOVOS VALORES

Dobrou o número de participantes de vôo livre em 92, com surpreendente difusão desse esporte.

TAQUARITINGA DO NORTE VAI SEDIAR VÔO LIVRE ESTE MÊS.

TAQUARITINGA SEDIA PROVA DE VÔO LIVRE

Os treinos já começaram na Rampa do Pepe

OS VENTOS DE TAQUARITINGA Garantem vôos de até 2.500 metros de altura e de 120 quilômetros de distância: AVENTURA.

PHILIP ABRE O CIRCUITO ASA BRANCA

Os ases do vôo livre estarão de hoje a domingo colorindo o céu de Taquaritinga do Norte no II Circuito Asa Branca, na rampa do Pepê.

O Ator MAURÍCIO MATTAR chega ao Recife para promover o II Circuito Asa Branca de Vôo Livre, em Taquaritinga do Norte.

NUMA ALTURA DE DOIS MIL METROS , OS VOADORES FIZERAM A FESTA EM TAQUARITINGA

O BELO SHOW DE VÔO LIVRE

VÔO LIVRE FOI UM SUCESSO

CHICO SANTOS: beleza de Conquista






Assim foi realizado o II CIRCUITO ASA BRANCA DE VOU LIVRE.
Aguarde PARTE III
Escrito por Jânio Arruda
Fotos: Arquivo Jânio Arruda



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domingo, 13 de novembro de 2011

Cinthia prestigia missa do vaqueiro em Serra dos Bois

Cinthia chega ao evento ao lado de amigos de Taquaritinga
 No último sábado, Cinthia esteve em Serra dos Bois prestigiando a 1º missa do Vaqueiro. Ao lado de seus pais, a jovem promessa da política de Taquaritinga, falou com a população e assistiu a chegada de lenha, e outros eventos realizados no mesmo dia.
 Depois de conversar com o povo, a jovem foi convidada para um almoço na casa de uma liderança local, o Sr. Evaldo.
 A população da região ficou surpresa com a disposição da jovem, e o conhecimento que ela demonstrou ter da zona rural de Taquaritinga do Norte.  Acompanhada de seu pai e de sua mãe, Cinthia se mostrou muito a vontade na festa " foi a primeira vez que participei de uma festa na comunidade de Serra dos Bois, fiquei admirada com a forma que eles divulgam a cultura nordestina" afirmou Cinthia.
 Cinthia prometeu voltar a comunidade ainda esse mês para conversar com a população, e saber quais são os principais problemas da comunidade.
Cinthia, amigas e Joãozinho aboiador



A jovem observa o evento de perto.