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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

GOLPE DO DOMICÍLIO ELEITORAL: ATÉ QUANDO O BRASIL VAI ESPERAR PELA "REFORMA POLÍTICA"?

Uma das grandes dificuldades em implantar a tão sonhada “REFORMA POLÍTICA” é o fato de que nossos políticos, em sua imensa maioria, não querem por fim ao sem número de “brechas legais” com que contam na legislação atual.
Como exemplo pode ser citado essa excrescência chamada “DOMICÍLIO ELEITORAL”. A coisa podia ser simples, determinando que domicílio eleitoral fosse naturalmente o lugar onde o sujeito mora, mas nossos políticos, com o propósito de criar “espaços para manobras abjetas”, deixam que o tal domicílio eleitoral fique a mercê das quase sempre falaciosas “interpretações legais”.
Assim sendo, essa safadeza de domicílio eleitoral proporciona cenários para que ocorram alguns absurdos como:
1) Todo o Brasil sabe que Zé Sarney é um político do Maranhão, entretanto, graças ao “golpe do domicílio eleitoral”, o sujeito conseguiu convencer a Justiça de que poderia ser senador pelo estado do Amapá, criando a ridícula situação na qual, na prática, o Maranhão é o único estado que tem direito a ter três senadores, enquanto o Amapá, só tem direito a um.
2) Na última eleição aqui na Região Metropolitana do Recife, tivemos um caso no qual marido e mulher foram candidatos, sendo que ele (Pastor Cleiton Collins) concorria ao cargo de prefeito em Jaboatão dos Guararapes, enquanto ela (Missionária Michele Collins) disputava uma vaga de vereadora na Câmara Municipal do Recife. (Dá para entender?).

Assim são os parlamentares brasileiros! Enquanto as “maracutaias” permitidas pela Legislação Eleitoral forem de interesse da maioria dos congressistas, seguramente essa tal “REFORMA POLÍTICA” continuará “convenientemente engavetada”.

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