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Está sendo dada como certa a queda do terceiro ministro da Educação do Governo Bolsonaro.
Milton Ribeiro, pastor presbiteriano pediu demissão, por conta da repercussão negativa do que foi chamado "escândalo do bolsolão", que envolve evangélicos influindo diretamente sob a pasta, intermediando a liberação de verbas com cobrança de propinas.
Assim como na saúde, que já trocou quatro vezes de ministro, o presidente da República não consegue acertar na educação.
Todos que passaram pelo comando do MEC se envolveram em polêmicas, a começar do colombiano Ricardo Velez, o primeiro, seguido por Abraham Weintraub. Este ao sair do Ministério da Educação praticamente fugiu para os Estados Unidos.
Já Milton Ribeiro, além desse escândalo, que chegou a dividir até mesmo a bancada evangélica na Câmara Federal, teve sua gestão acusada de atender interesses do ensino privado e, numa declaração que chocou o Brasil, se posicionou contra a oferta de educação a estudantes com deficiência.
*Foto: Correio Brasiliense
O deputado estadual Romário Dias participou, nesta segunda (28), ao lado do ministro do Turismo, Gilson Machado, e do prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira, da entrega de 280 unidades habitacionais. As moradias fazem parte do programa Casa Verde e Amarela (Minha Casa Minha Vida do governo do PT), do Ministério do Desenvolvimento Regional, em Muribequinha, Jaboatão.
Romário Dias deixou o PSD e a base de apoio a Paulo Câmara, se filiando ao PL, partido do presidente Jair Bolsonaro. Assim, estará ao lado de Anderson Ferreira na campanha para o Governo do Estado.
Deputado justificou a mudança de partido dizendo que o governador não atendia os pleitos encaminhados para beneficiar suas bases eleitorais.
O vice-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Helinho Aragão, se filiou ao Progressistas na tarde desta segunda-feira (28), em evento realizado na sede do partido em Recife.
Helinho Aragão era filiado ao PSB, partido que disputou a última eleição. A filiação contou com a presença do deputado federal e presidente da sigla em Pernambuco, Eduardo da Fonte, do prefeito de Santa Cruz, Fábio Aragão (PP).
“Ficamos muito felizes em anunciar a filiação desse grande líder. Com certeza, quem ganha com essa parceria é a população de Santa Cruz, que irá contar com uma equipe de peso e ainda mais investimentos para o município!”, disse Eduardo da Fonte em suas redes sociais.
A falta de habilidade política para gerir Taquaritinga do Norte tem sido um dos maiores desafios enfrentados pelo Prefeito Lero na Capital do Café, prova disso é que o grupo perdeu várias lideranças nas últimas eleições e, por pouco, não fracassou no último pleito, onde a soma dos votos do grupo Boca Preta junto com a 3ª via superou a votação da chapa reeleita encabeçada por Lero e por seu vice Gena Lins.
Essa falta de pulso do gestor vem acarretando trocas freqüentes de farpas, especialmente entre vereadores e os secretários municipais. O mais recente episódio ocorreu com o vereador governista João Eugênio, que usou a tribuna da Câmara na última reunião (22/03) e criticou a atuação do secretário de Turismo Léo Lima pela falta de ações, especialmente voltadas para a exploração do turismo ecológico em Taquaritinga.
“Eu vejo em Taquaritinga o potencial para ser uma segunda Gravatá. O pessoal tá vindo investir em lazer aqui e a gente precisa ter um olhar maior do poder público. Vou fazer uma cobrança aqui, vou a fundo, vou cobrar do Secretário de Turismo meu amigo Léo Lima, de quem ainda estou esperando se apresentar como secretário de Turismo”, alfinetou João. “O senhor quando era diretor gerou muitas expectativas, não só em mim mais em nosso grupo, e passado já um ano e 3 meses, infelizmente o senhor não mostrou para que veio!”
O vereador prosseguiu com as críticas ao secretário. “Você precisa fazer muito pelo turismo, até porque o senhor não poupava críticas aos secretários anteriores da pasta. Espero que você se exerça, pois o que tá acontecendo aqui é mérito do nosso clima, do que Taquaritinga tem de melhor”, pontuou. “Infelizmente nosso turismo está apagado e a gente por ser base não pode omitir isso não, tem que cobrar de modo que venha a acontecer”, finalizou o vereador.
Deputada federal Marília Arraes esteve em Garanhuns, neste sábado, prestigiando o Congresso Estadual de Vereadores, realizado no teatro do Sesc.
Parlamentar chegou ao local do encontro por volta das 15h30 e foi saudada com entusiasmo por um grupo de vereadores que gritou seu nome como se fossem torcedores num campo de futebol: Marília, Marília, Marília!, ecoaram, dando à deputada um tratamento de estrela.
Antes de falar no Congresso dos Vereadores, a neta de Miguel Arraes sentou e participou de um ping pong com um grupo restrito de profissionais de imprensa.
Fizeram perguntas à pré-candidata ao governo, pelo Solidariedade, o blogueiro Alberes Xavier, o radialista Erivaldo Gomes, da FM Sete Colinas e o jornalista Roberto Almeida, editor deste blog.
Ela reiterou sua disposição de concorrer ao governo, criticou o PSB, que segundo ela só se une ao PT quando é conveniente e fez questão de escancarar seu apoio ao ex-presidente Lula, com quem caminha na política desde a adolescência.
Lembrou novamente que mesmo quando Miguel Arraes, seu avô, em uma determinada campanha, apoiou nome de Anthony Garotinho, ela, bastante jovem na época, já levantava a bandeira de Lula.
Marília adiantou que está montando a chapa proporcional que irá dar sustentação à sua campanha e no momento certo irá anunciar quem será seu vice e o candidato ao senado.
Falou sobre as articulações para fechar a chapa de maneira bastante tranquila, passando a impressão que tem cada passo planejado na cabeça.
Em meio à entrevista, percebemos quando ela, conversando com um aliado, disse que seus adversários estão convencidos da vitória porque têm o apoio da maioria dos prefeitos. Mas deu a entender que a decisão sobre quem governará Pernambuco será feita pelo povo.
A um questionamento se no caso de uma disputa entre ela e Danilo Cabral, num eventual segundo turno, a pré-candidata do Solidariedade poderia compor com os outros nomes da oposição, disse que não poderia falar em cima de hipóteses, deixando claro que no momento a sua preocupação é com a disputa do primeiro turno da eleição.
Na entrevista, Marília Arraes disse que saiu do PSB, em 2014, porque o partido mudou sua linha ideológica, chegando ao ponto, dois anos depois, de votar pelo impeachment da presidenta Dilma. Quanto ao afastamento do PT, confessou se identificar com o partido de Lula e disse ter sido doloroso o processo que a levou a se desligar da legenda de esquerda, por conta das posições intolerantes do diretório estadual.
Jornalistas, juristas e artistas criticaram a decisão de um ministro do TSE estabelecendo censura durante o Festival Lollapalooza, que terminou ontem em São Paulo.
Uma das cantoras que bateu duro foi Anitta, que revelou estar disposta a desobedecer o Tribunal Superior Eleitoral. "Se for preciso pagar a multa de R$ 50 mil eu pago", disse a pop star, que é crítica em relação ao Governo Bolsonaro.
Outros nomes conhecidos da música brasileira e influenciadores criticaram a censura, alegando que o posicionamento de cantores não constitui propaganda eleitoral antecipada, como interpretou o ministro do TSE.
Dentre os que taxaram a censura como "absurda" estão nomes como Caetano Veloso, Lulu Santos, o youtuber Felipe Neto e o apresentador Luciano Huck.
Há uma grande expectativa entre os políticos e jornalistas a respeito das primeiras pesquisas realizadas em Pernambuco, com o nome de Marília Arraes incluído entre os pré-candidatos.
Agora, seis nomes estão confirmados como postulantes ao Governo do Estado: Danilo Cabral (PSB), Raquel Lyra (PSDB), Miguel Coelho (União Brasil), Anderson Ferreira (PL), João Arnaldo (PSOL) e Marília, que se filiou semana passada ao Solidariedade, depois de deixar o PT.
Todos estão curiosos para saber com quantos pontos percentuais a ex-petista aparece na primeira pesquisa divulgada. E também há a expectativa em torno de Danilo Cabral, que começou com 1% e em pouco mais de um mês já chegou a 12%, segundo o último levantamento divulgado, pelo Instituto Paraná Pesquisas.
Esta semana deve sair o resultado do trabalho de campo realizado por algum instituto. Vamos acompanhar.
Está sendo dada como certa a queda do terceiro ministro da Educação do Governo Bolsonaro.
Milton Ribeiro, pastor presbiteriano pediu demissão, por conta da repercussão negativa do que foi chamado "escândalo do bolsolão", que envolve evangélicos influindo diretamente sob a pasta, intermediando a liberação de verbas com cobrança de propinas.
Assim como na saúde, que já trocou quatro vezes de ministro, o presidente da República não consegue acertar na educação.
Todos que passaram pelo comando do MEC se envolveram em polêmicas, a começar do colombiano Ricardo Velez, o primeiro, seguido por Abraham Weintraub. Este ao sair do Ministério da Educação praticamente fugiu para os Estados Unidos.
Já Milton Ribeiro, além desse escândalo, que chegou a dividir até mesmo a bancada evangélica na Câmara Federal, teve sua gestão acusada de atender interesses do ensino privado e, numa declaração que chocou o Brasil, se posicionou contra a oferta de educação a estudantes com deficiência.
*Foto: Correio Brasiliense
A partir desta terça-feira (29), não será mais obrigatório a utilização de máscaras em ambientes abertos e está liberada a realização de eventos com 100% do público, incluindo shows, festas e jogos nos estádios de futebol.
A decisão do Governo Paulo Câmara é baseada nos recentes dados de saúde do Estado, que registraram, no último sábado a sétima semana consecutiva de queda nos índices da Covid-19 em Pernambuco. Além dos casos, óbitos e solicitações de vagas em UTI estarem em patamares baixos, o índice de positividade nos exames processados chegou a 0,95%, o menor número desde o início da pandemia.
“Essas importantes medidas só estão sendo possíveis pela atitude de cada pernambucano e cada pernambucana que, desde março de 2020, compreendeu que só chegaríamos ao ponto atual respeitando as recomendações sanitárias e levando a sério a prevenção”, comentou Paulo Câmara.
De acordo com o governador, permanece obrigatória a comprovação da dose de reforço para ter acesso aos eventos, bares e restaurantes. Ele Câmara reforçou ainda a importância da vacinação na luta contra o novo coronavírus e incentivou a imunização daqueles que ainda não estão com o esquema vacinal completo.
Quem se acostumou a ver Lula e Geraldo Alckmin como adversários, é bom saber que entre os dois políticos também existem muitos pontos de convergência.
Para início de conversa os dois sempre estiveram do lado da democracia, ambos têm militado no campo progressista desde que entraram na vida política e representam o oposto das ideias dos fascistas que estão no poder.
Em 1986, Lula e Geraldo foram eleitos deputados constituintes e ajudaram a escrever a Carta Magna de 1988, embora o PT tenha adotado posições radicais ou mesmo equivocadas na época.
Tanto o ex-presidente quanto o ex-governador de São Paulo foram vigiados pelos órgãos de segurança da ditadura, quando Lula já tinha fundado o PT e Alckmin fazia parte do antigo MDB.
Viraram adversários quando foi criado o PSDB, partido que nasceu com ideologia de centro esquerda e com o tempo sofreu um processo de direitização.
Este ano, Lula e Geraldo têm tudo para voltar às origens, quando lutavam pelo mesmo ideal.
Tudo indica estarão juntos na chapa presidencial que vai tentar evitar a reeleição do atual dirigente político do país.
Um recifense que sempre votou em Arraes, em Lula e Eduardo Campos, me telefona e demonstra estar atônito com a novela em torno de Marília, que tudo indica vai deixar o PT e dividir o campo progressista no Estado.
Logicamente esse conhecido não está sozinho. Muitos pernambucanos estão confusos e discutem exaustivamente as pré-candidaturas ao governo, principalmente nas tais redes sociais.
Marília vai se juntar a direita? A deputada tem um projeto individual e com suas ambições vai prejudicar a esquerda em Pernambuco?
Alguns fazem esses questionamentos, mas para muitos a neta de Miguel Arraes está tomando a atitude correta ao se afastar do PSB e se desligar do PT, que vem rifando seu nome do processo político desde 2018.
Se a parlamentar se aliar a setores da direita no primeiro ou segundo turnos da eleição, não significa necessariamente que abandonou a esquerda.
Seu avô, Miguel Arraes, sempre ganhou eleições compondo com setores conservadores, porém sempre teve o cuidado de manter a hegemonia do campo progressista.
Lula só se elegeu presidente quando escolheu como vice um empresário, atraindo para sua candidatura, em 2002, políticos do centro e da direita.
Este ano, está indo pelo mesmo caminho ao se aliar com Geraldo Alckmin, que possivelmente será seu companheiro de chapa.
Pelo andar da carruagem, na eleição de Pernambuco, este ano, teremos três candidatos com histórico progressista, ligados à esquerda: Danilo Cabral (PSB), Marília Arraes (Solidariedade?) e Raquel Lyra (PSDB).
Sim, não dá para acusar Raquel de ser direitista, pois sua carreira política começou no PSB e virou tucana porque lhe negaram a legenda para disputar a prefeitura de Caruaru, em 2016.
Toda sua família tem um histórico de lutas no campo popular.
João Lyra Filho, o avô, foi prefeito e deputado pelo MDB, nos anos de chumbo.
Fernando Lyra, seu tio, foi um dos nomes mais importantes do MDB autêntico, que combateu a ditadura com firmeza.
Seu pai, João Lyra Neto, também foi do MDB e PMDB, tendo sido vice de Eduardo Campos.
Se Raquel está hoje no PSDB, Danilo e seu partido apoiaram Aécio Neves no segundo turno da eleição de 2014 e votaram a favor do impeachment de Dilma Rousseff em 2016.
O tempo mostrou que foi um erro, que começou a ser corrigido em 2018, quando os socialistas ficaram com Haddad e contra Bolsonaro na eleição de quatro anos atrás.
Este ano o PSB e o PT estão novamente juntos, mas ninguém tem dúvida de que a oposição vai explorar muito o voto de Danilo pelo impeachment, num momento "infeliz da nossa história", como diria Chico Buarque de Hollanda.
Ninguém pode negar, contudo, que Danilo é um bom parlamentar, tem sido coerente ao longo de sua vida, mais de 30 anos no PSB, um partido de tradição, que abrigou políticos respeitados como Pelópidas Silveira, Miguel Arraes e Eduardo Campos.
E o Partido Socialista não é importante somente em Pernambuco. Tornou-se uma legenda forte no Brasil inteiro, elegendo deputados, senadores e governadores, tendo recebido este ano a adesão de políticos de peso, como Flávio Dino, Marcelo Freixo e Geraldo Alckmin, que deve ser o vice de Lula na chapa que disputará a eleição presidencial de outubro.
Assim, o campo progressista está embolado, confuso, mas divisão no campo da esquerda não é nenhuma novidade, nem no Brasil nem no mundo.
A meu ver, os que podem ser caracterizados como de direita, na cena pernambucana atual, são Miguel Coelho, que esteve ligado ao bolsonarismo até pouco tempo atrás e Anderson Ferreira, pré-candidato ao governo filiado ao mesmo partido do presidente da República.
O problema maior da divisão da Frente Popular é que envolve uma briga familiar. Tivemos no processo em curso a oportunidade de acabar com isso, de unir os Campos e Arraes, mas os dois principais representantes dos clãs não ajudaram muito e o senador Humberto Costa em nenhum momento fez papel de bombeiro, muito pelo contrário.
Se tivermos confirmadas as candidaturas de Danilo, Raquel, Anderson, Miguel e Marília fica difícil hoje saber quem vai para o segundo turno.
Uma vitória logo no primeiro turno ficou difícil para qualquer um dos postulantes e se tiver um segundo round entre Danilo e Marília a tendência é a briga se acirrar.
Caso o socialista dispute o segundo turno contra Raquel ou outros dos nomes postos, poderá haver menos turbulência. Vejo condições de união de Marília com a prefeita de Caruaru num segundo turno, mas se ela se aliar com Anderson ou Miguel em algum momento não lhe sobrará nada de coerência e até mesmo seus admiradores não a perdoarão.
Marília é forte, mas lhe falta palanque, o que Danilo tem de sobra.
Raquel também tem densidade eleitoral, mas não vencerá a eleição sem conquistar outras regiões de Pernambuco além da grande Caruaru.
Miguel e Anderson, a meu ver, pela ligação com o bolsonarismo em algum momento de suas trajetórias, tendem a ficar onde estão, com eleitores basicamente na região em que atuam.
O processo não é simples, porém mais na frente o quadro deve clarear um pouco e o eleitor poderá decidir quem é o melhor (ou a melhor) para dirigir os destinos de Pernambuco pelos próximos quatros anos.
Blog de Nill Júnior divulgou pesquisa do Instituto Múltipla, que aponta a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra (PSDB), liderando a corrida ao governo do Estado.
O trabalho de campo, feito há poucos dias em diversos municípios de Pernambuco, não incluiu o nome de Marília Arraes, que possivelmente também será candidata.
Nessa pesquisa do Instituto Múltipla Raquel teve 25,6%, Miguel Coelho (União Brasil), 10,9%, e Anderson Ferreira (PL) 9,2%. Danilo Cabral, do PSB, somou 5,9%.
Jones Manoel (PCB) teve apenas 0,4%. João Arnaldo (PSOL), 0,2%, brancos e nulos 16,1%. Não opinaram, 15%. Indecisos são 16,3%.
A pesquisa teve como contratante o próprio instituto para divulgação do blog de Nill Júnior. Os protocolos de divulgação são os PE 09053/2022 e BR 04290/2022. O período de entrevistas ocorreu entre 10 e 14 de março. Foram 800 entrevistados.
O PSB, no poder há 16 anos, concorrerá com o nome do deputado federal Danilo Cabral.
Lançado por último, ele ainda está atrás nas pesquisas, mas devido aos fortes apoios que possui, políticos e jornalistas que acompanham os fatos acreditam que ele vai crescer durante a campanha e chegar ao segundo turno.
Num momento efervescente da fase que antecede as convenções, o socialista chega a Garanhuns, nesta quinta-feira, 24, para participar do ato de lançamento do nome de Cayo Albino à Assembleia Legislativa.
Ao lado do prefeito Sivaldo e do governador Paulo Câmara, Danilo Cabral estará na AGA, na Avenida Rui Barbosa, num encontro que deve ser prestigiado pela maioria dos prefeitos e vereadores de toda região do Agreste Meridional.
Garanhuns, portanto, pode ser a cidade da arrancada de Danilo para chegar na frente no primeiro turno e, quem sabe, manter a hegemonia do PSB na política pernambucana.
Com a provável saída de Marília Arraes da Frente Popular, os socialistas apressam as negociações para fechar a chapa. Quem sabe nesta quinta, no ato que será realizado na Associação Garanhuense de Atletismo, poderemos ter pelo menos uma pista de quem será o vice e o candidato ao senado na chapa encabeçada pelo deputado federal.
Tanto o ex-juiz Sérgio Moro quanto Deltan Dallagnol reagiram muito mal a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que condenou o ex-procurador a indenizar o ex-presidente Lula.
Pela decisão judicial, Dallagnol terá de indenizar o ex-presidente Lula em R$ 75 mil (com juros e correção monetária vai dar mais de R$ 100 mil). Tudo isso por conta da famosa entrevista coletiva, com o uso do PowerPoint, em que o então procurador comparou o líder político a um criminoso e fez diversas ilações sem provas, antes mesmo do processo ser aberto e o acusado ir a julgamento.
Os juízes condenaram o ex-procurador por 4 x 1. Ele pode recorrer ao próprio TJ, mas o placar extravagante e a reação destemperada dele, acusando os integrantes da Corte de estar em conluio com o político do PT tornam muito difícil reverter a situação.
Em entrevista à CNN Deltan não poupou o STJ nem o STF, só faltou chorar e tentou interromper a fala da jornalista Monalisa Perrone, que lhe fazia perguntas. Levou um carão no ar, em rede nacional e o assunto viralizou na internet.
Sérgio Moro, ex-ministro de Bolsonaro, empancado nas pesquisas como pré-candidato a presidente, soube da notícia na Alemanha e tentou defender o cúmplice nos trabalhos da Operação Lava Jato.
Os dois estão bem nervosos. Não é pra menos. Os dois sabem o que fizeram no verão passado.
Felizmente todo mundo que procura se informar hoje sabe da verdade. Graças a um hacker e a imprensa independente os falsos heróis foram desmascarados.
Pensando bem. R$ 100 mil ainda é muito pouco para o que o ex-procurador fez. Mas isso é só o começo. O inferno astral de Moro e Dallagnol por certo irá continuar.
E aí, só restará sumir, talvez em companhia do ex-companheiro de partido, o deputado conhecido como Mamãe Falei.
A dupla parece bem nervosinha.

O movimento, o maior no município até agora, reuniu mais de cem pessoas que foram abraçar e reformar o apoio a Lessa. O que chamou mais atenção foi a forma espontânea que o povo se dirigiu ao deputado, na hora da procissão, mostrando que Lessa será bem votado na Capital do Café.
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| Entrevista na rádio Filadélfia |
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| Policiamento da feira de Pão de Açúcar |
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| Ação pra melhorar a feira de Pão de Açúcar |
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| No projeto fé e ação realizado no município de Taquaritinga. 200 identidades foram tiradas nesse dia |
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| Na casa de Alcimar |
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| Com o amigo Ralf Lagos advogado e radialista |
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| Com os futuros candidato a vereador Alexandre e Adriel |
Assim a frente popular garante o PSD e o PT na composição e dessa forma garante o maior tempo de guia eleitoral em rádios e TV. Segundo essa fonte, Alan esta de olho em algumas bases de André, e Taquaritinga pode esta na mira. Caso se confirme Alan federal e ele consiga Taquaritinga a dobradinha seria Alan e Alessandra no palanque de Jânio Arruda, mas por enquanto tudo não passa de especulação, vamos aguardar os próximos capítulos.
Nosso Blog entrou em contado com o vereador Ronaldo Cesar (PSD), que falou desconhecer a posição de Josbson de voltar atrás, e afirmou que ele não volta mais pra o grupo liderado por Jânio de jeito nenhum.