Às vésperas das eleições municipais, figuras de peso do empresariado de Taquaritinga do Norte declararam seu apoio ao candidato do grupo calabar, Alisson Dias que terá como vice na chapa Batata. Candidato da situação, a favorito no pleito desse ano, Alisson Dias vem cada vez mais garimpando apoios.
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quinta-feira, 1 de agosto de 2024
Grupo de empresários declaram apoio a Alisson Dias
Às vésperas das eleições municipais, figuras de peso do empresariado de Taquaritinga do Norte declararam seu apoio ao candidato do grupo calabar, Alisson Dias que terá como vice na chapa Batata. Candidato da situação, a favorito no pleito desse ano, Alisson Dias vem cada vez mais garimpando apoios.
sexta-feira, 19 de julho de 2024
No Dicionário do Verde, medo significa "passar o bastão".
Até quarta-feira, dia 10 de julho, ninguém sabia exatamente por que motivo o senhor Alan Carneiro “bi-desistiu” de voltar a disputar a prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe. A divulgação da tal carta, em janeiro de 2023, deixou todo mundo com uma interrogação na cabeça: por que uma pessoa que bateu na trave para ser prefeito de uma das maiores cidades do interior de Pernambuco, do nada, divulga uma carta abdicando das disputas eleitorais, sem um motivo aparente? O mais lógico, em qualquer lugar, inclusive em Chorrochó, BA, seria fazer como fez o senhor Fernando Aragão. No outro dia após o pleito de 2016, já estava "em campanha" para 2020.
Mas isso não foi o pior. Exceto o radialista
Geraldo Silva, ninguém, nem o próprio Alan I, acreditou naquela lorota escrita.Tanto
que ele alimentou por um ano a possibilidade de imitar o ex-presidente FHC:
"esqueça o que eu escrevi". Foi preciso um segundo momento para
confirmar que a carta era pra valer e, portanto, como símbolo do Verde, passou
a navalha na expectativa de muita gente, principalmente de quem mudou de grupo
político acreditando que Alan teria tutano para tirar a prova dos nove contra
Fábio Aragão e, posteriormente, Helinho Aragão. Mas, até ali, todo mundo
compreendendo suas ocultas razões, certamente de cunho particular, que não
convinha trazer a público. Até que inesperadamente, numa entrevista aos
radialistas Cilas Tenório e João Bosco, na Rádio Comunidade, o senhor Alan,
tomado por uma franqueza inusual e surpreendente, revelou o verdadeiro motivo
de não se apresentar na disputa de outubro pelo maior cargo da municipalidade:
MEDO. Claro que, como verde, usou o eufemismo "passar o bastão", numa
tentativa de convencer ninguém da sua fraqueza política.
Foi essa condução desastrosa e
patética do senhor Alan I a responsável pelo definhamento de um grupo político
que se mostrou tão promissor logo na estreia do desafio eleitoral, em 2020. Na
ocasião em que confirmou que estava “passando o bastão”, descobriu também que
se encontrava sozinho para esse revezamento, ou seja, comunicou que ninguém da
cúpula verde aceitara substituí-lo na missão de superar novamente o grupo Azul
e abreviar a jornada do Vermelho à frente do leme municipal. Sendo assim, sobrou
para o baixo clero, primeiro com Capilé, “cassado” uma semana depois pela falta
de entusiasmo dos caciques e pelo fogo amigo de uma colega parlamentar, e
depois com o professor Alan Clemente e seu entusiasmo juvenil. Este, porém,
recebeu um inequívoco endosso dentro do grupo Verde. Parecia que, finalmente,
uma cobaia se efetivaria como candidato, com dupla missão: uma formal,
representando a presença do grupo na disputa, e outra eleitoral, como escudo
para a covardia dos empresários. Uma votação pífia seria creditada ao
candidato.
O grupo sonhava também com o apoio do
deputado Eduardo da Fonte e seu poderoso PP ocupando o posto de vice do
professor Alan, estrategicamente filiado ao Novo, numa precaução contra uma
eventual rasteira muito comum nas disputas eleitorais. Essa ilusão chegou até a
empolgar outro professor, filiado ao partido de Da Fonte. Empolgação turbinada
por analistas e postagens em redes sociais, sem muita sintonia com a lógica da
política e de políticos raposas velhas como o chefão do Progressistas. Uma
aposta pueril, uma vez que o PP tinha o “abacaxi” Robson registrado nas suas
fileiras. E esse abacaxi não foi tirado do PL sem a promessa de uma
contrapartida, uma posição de protagonista na eleição vindoura. Tratava-se de
um suplente de deputado federal, com trinta mil votos no Estado, sendo dez mil
apenas em Santa Cruz, ou seja, no município, Robson tem, até a próxima eleição
nacional, o mesmo tamanho do mandachuva do PP.
Para coroar essa chanchada do Verde,
eis que o professor Alan, talvez sentindo o cheiro de queimado ou pressentindo
que seu bastão seria tomado, logo após lançar sua principal proposta de
campanha, uma placa na divisa entre Santa Cruz e Pão de Açúcar, resolve também
entregar o bastão (nesse caso, não por covardia e medo) e ser mais um nome do
grupo na galeria dos desistentes, deixando a meia dúzia de pré-candidatos a
vereador na rua da amargura e da incerteza. Sem falar no outro grupo de
proporcionais aprisionados no PP por causa da indecisão do senhor Alan I.
Aliás, o próprio Valmir Ribeiro atribui a Alan Carneiro e sua hesitação a perda
do controle do PSD e do MDB, estando agora reféns de Robson Ferreira e Eduardo
da Fonte, já que o controle do Novo é tão firme quanto as pré-candidaturas do
próprio grupo.
O dia D está chegando, cinco de agosto,
prazo final para todas as definições partidárias. Já está precificado que o
“Verde não vêm” ou vem raquítico. Vai depender, mais uma vez, da decisão dos
“diferentes”. Podem engolir o sapão Robson, num esforço para não prejudicar os
pré-candidatos a vereador, tanto do Novo quanto dos aprisionados no PP; podem
lavar as mãos e entregar à própria sorte quem acreditou na perspectiva
eleitoral do grupo ou podem, finalmente, abrir fogo contra a dupla do PP, como
se ela fosse a responsável pela marmelada em que os verdes se transformaram.
Lembrando que o grupo saiu da eleição de 2020 com cinco parlamentares eleitos e
hoje se encontra com três. Um não vai disputar a reeleição, outro está à mercê
do G 14 (grupo que “atropelou” o devido processo legal contra um parlamentar) ou
de uma decisão judicial e outra não se sabe se vai disputar. Passando esse
tormento de 2024, é melhor entregar o grupo a quem entende de política,
Anderson Silvestre ou Barbeirinho. Nesse grupo, tudo pode acontecer, inclusive,
tudo.
terça-feira, 16 de julho de 2024
"A gente deixou transparecer que realmente não tem liderança, e vamos assumir a liderança" dispara Robson contra o grupo verde
Alan Clemente, foi anunciado como pré-candidato já fazia cerca de dois meses referendado por Alan Carneiro e os demais do verde. O que eles não sabiam, era que aparentemente, Robson estava agindo por traz, e caiu no erro de enviar áudio com seu plano para alguém, que vazou o áudio.
Em outro momento, Robson já tinha enviado um áudio, afirmando que o candidato do verde seria Lombarde, em forma de zombaria, pela indecisão do verde na escolha da chapa. Além dessas polemicas, comprovadas em áudios, Robson já se envolveu em várias polemicas, como uma carta publicada por ele, atirando várias críticas ao presidente estadual do PL, Anderson Ferreira, um pouco antes da eleição de 2022.
O áudio será veiculado amanhã, no programa Cilas Tenório, ao meio dia na Comunidade FM.
EX-GOVERNADORES DE SANTA CATARINA RECEBEM SALÁRIOS ESCANDALOSOS
Mais de R$ 353 mil foi o valor pago, somente no mês de junho, para seis figuras políticas conhecidas que já exerceram o cargo de governador de Santa Catarina e que hoje são remuneradas com uma “pensão especial” no valor de R$ 39,7 mil, atualizada na surdina, sem registros oficiais acessíveis à população.
A soma equivale a 28 salários mínimos, e o montante despendido no mês de junho, contendo retroativos de R$ 58 mil para cada um, é maior do que o orçamento previsto para a rubrica orçamentária de “redução das desigualdades”, que faz parte do Fundo Estadual de Promoção Social e Erradicação da Pobreza. Com os retroativos, a renda de cada um deles, no último mês, chegou aos R$ 98 mil.
Eduardo Pinho Moreira, Esperidião Amin, Jorge Bornhausen, Leonel Pavan, Paulo Afonso Vieira e Raimundo Colombo são os pensionistas. Alguns deles ainda estão na vida pública, como Amin, que recebe, no senado, um salário de R$ 44.008,52, e Pinho Moreira, exonerado ano passado do cargo de Diretor Financeiro do BRDE, banco regional de desenvolvimento. Pavan deve disputar a prefeitura de Camboriú esse ano e Colombo, que já foi senador, tentou vaga no Senado no último pleito.
*Fonte: ICL Notícias
sexta-feira, 12 de julho de 2024
Cassação de Capilé: indevido processo legal
Quem imaginaria que a sessão extraordinária da Câmara Municipal de Santa Cruz do Capibaribe, do dia 20 de junho, cuja pauta principal foi “assuntos correlatos a cassação do Vereador Cícero Cosme da Silva, bem como dos atos do presidente” terminaria, não só com a anulação da cassação aprovada no dia 13 de junho, como também na própria anulação de todo o processo? Tudo isso sem que o vereador Carlinhos da Cohab fosse na jugular de qualquer vereador, Vermelho ou Azul. Nem parecia aquele Carlinhos que “metralhou” a “farra do Take” promovida pelo presidente Zeba, acompanhado de muitos dos que guilhotinaram, irregularmente, o mandato do vereador Capilé, regada a Old Par e queijo provolone, segundo Carlinhos. Aliás, a tabelinha Nailson Ramos, Jessyca Cavalcante e Gilson Julião com Carlinhos da Cohab, no dia 20, parecia uma tão falada junção de cores políticas, tamanha a sintonia e o enlace político. Por pouco não surgiu o grupo roxo.
Antes da sessão começar, já corria nos
blogs de notícias e nas redes sociais que o presidente Zeba seria destituído do
cargo por causa dos “atos” do dia 18 de junho, quando anulou a sessão de
cassação do dia 13 de junho. Ou seja, alguém do grupo dos quatorze vereadores
que iriam reconhecer a ilegalidade da cassação, por flagrante desrespeito ao
devido processo legal e à ampla defesa, já antecipava à imprensa que
destituiriam o presidente por supostamente ter infringido o regimento interno
da casa, como também desrespeitado a “soberania do plenário”. Plenário este,
cujos vereadores tiveram 60 dias para elaborar e votar um relatório sobre o
resultado incontestável apurado pela CPI da reforma do plenário e deixaram para
fazê-lo no último dia do prazo, como se a cassação do mandato de um vereador
fosse um mero requerimento. A soberania do
plenário, reconhecidamente ilegal pelos próprios quatorze vereadores, não se
sobrepõe à soberania do voto e, principalmente, à soberania da lei.
Já no dia 13 de junho, o presidente
Zeba alertou sobre a irregularidade de continuar a sessão extraordinária, pois
o devido processo legal e a ampla defesa não foram garantidos ao vereador
Capilé. Fez uma exposição endossada em parecer jurídico, disse que não
presidiria a sessão e retirou-se do plenário. Mesmo assim, o grupo dos quatorze
vereadores dos grupos Vermelho e Azul ignorou os alertas do presidente e
resolveram continuar a sessão que resultou na cassação do parlamentar em
questão. Lembrando que dentro do grupo há três advogados, um dos quais já
presidiu a casa, portanto, dispunham de notória experiência para não consumar o
ato que, sete dias depois, o mesmo grupo, com os mesmos três advogados,
consideraria irregular, dando uma certidão positiva ao que o presidente Zeba
falou no dia 13.
O ato do presidente, no dia 18 de
junho, anulando a sessão de cassação do vereador, mesmo com o respaldo jurídico
da casa, é questionável. Pode-se sim acusá-lo de descumprir o regimento. Mas
tal iniciativa não se assemelha ao ato dos quatorze vereadores, reconhecido por
eles mesmos, qual seja, negar ao vereador Capilé princípios sagrados de uma
democracia: devido processo legal e direito à ampla defesa e ao contraditório.
Princípios estes inscritos e garantidos na lei Magna do país, a Constituição.
Então, se nessa mesma sessão em que o grupo de quatorze vereadores reconheceu
que as leis de garantias fundamentais não foram cumpridas no processo de
cassação, também foi deliberado o afastamento do presidente para posteriormente
ser destituído, como punição à suposta infração do regimento, qual seriam as
consequências jurídicas para esse grupo de vereadores que feriram a
Constituição? E nem precisaram ser questionados pelo vereador cassado. Cuidaram
eles próprios de registrar nos arquivos da casa, na sessão do dia 20, que
realizaram uma sessão irregular. Mesmo assim, contrariados com o presidente, ainda iniciaram o processo de destituição do
presidente Zeba.
O roteiro do dia 20 pareceu ensaiado,
tamanha a harmonia e sintonia entre os vereadores. Um deles pediu a abertura do
processo de destituição do presidente, que foi acusado inclusive de agir para
proteger um colega de grupo, no caso, o vereador Capilé. Nada mais pueril o
presidente proteger Capilé dispondo de três votos contra quatorze dos grupos
Vermelho e Azul. Ora, se foi assim, se zeba tentou proteger o colega de grupo,
poder-se-ia dizer que os quatorze, como adversários, agiram para perseguir? È
preciso alinhar certas teses para que não se assemelhem ao cinismo. Nada há em
todo esse processo que configure uma atitude protelatória do presidente Zeba ou
que tenha procurado dificultar a investigação ou a confecção e votação do
relatório no conselho de ética. Tudo o que aconteceu, a partir do primeiro dia do
prazo de sessenta dias que tiveram é responsabilidade exclusiva dos quatorze
vereadores que votaram naquela sessão do dia 13.Tudo o mais foi consequência,
inclusive os posteriores “atos do presidente”. ´
A pressa de votar o parecer da comissão
de ética, para que não fosse prejudicado com a exiguidade do tempo, protelado
pelo mesmo grupo dos quatorze vereadores, terminou resultando no que queriam
evitar. Ou seja, voltou tudo à estaca zero, tudo será reiniciado, agora
cuidando em garantir ao vereador a ampla defesa e sem “atropelos” como destacou
o vereador, advogado e ex-presidente Augusto Maia. Os lamentos da sessão do dia
13, onde todos expuseram a dor em ter de cassar o mandato de um colega, vão dar
lugar agora ao mesmo sentimento de um felino espreitando a presa. Fizeram a
lambança e estão contrariados com quem colocou o dedo na ferida. Nada podem
dizer porque está tudo atestado na ata do dia 20. Se a Justiça não repuser as
coisas no seu devido lugar, que a soberania do voto e das urnas o façam. Estão
misturando atos legislativos com cores partidárias para justificar,
proximamente, a cassação do vereador e a destituição do presidente.
O poder legislativo é, naturalmente,
mais exposto à crítica do “não faz nada”. Crítica essa endossada até por quem
entende o papel de um vereador, que não tem nada a ver com “fazer”, e sim
legislar e fiscalizar o executivo. A população não compreende bem a importância
de um parlamentar. Deve ser por isso que muitas vezes se veem casas
legislativas “jogando para a plateia”, com receio de serem mal vistas se
seguirem os ditames legais. Não há ninguém que conteste a robustez do relatório
da CPI e do parecer da comissão de ética. Mas não é isso que está em questão. O
“julgador” não pode usar expedientes questionáveis, e nesse caso, reconhecido
por ele próprio. Mesmo que a culpa seja óbvia, o processo tem de seguir o que
determinam as leis, sem “atropelos”, mesmo que o fígado político implore por
uma catarse. Mesmo que o vereador acusado não tenha sido diligente com seu
mandato. Os sinais de “atropelos” são evidentes, que o vereador Capilé e o
presidente Zeba busquem a mediação judicial. Isso também é democracia. Acomodar
ou capitular cria uma “jurisprudência” para legitimar futuros contrariados.
PESQUISA QUAEST MOSTRA MELHOR AVALIAÇÃO DO GOVERNO LULA
A avaliação do governo tem agora o seu melhor resultado desde dezembro passado. Lula retornou aos índices que havia conseguido em dezembro (36% "positivo", 32% "regular" e 29% "negativo").
Também quando a Quaest perguntou sobre a "aprovação do trabalho que o presidente Lula está fazendo", o resultado mostra um viés de alta.
Em maio, esta mesma questão revelava um país rachado ao meio: 50% aprovavam e 47% desaprovavam, um empate técnico considerando a margem de erro.
A distância em julho aumentou: agora, 54% dizem que aprovam o "trabalho que Lula está fazendo" e 43% desaprovam.
A Quaest entrevistou entre 5 e 8 de julho 2 mil brasileiros acima de 16 anos em 120 cidades de todos os estados do país de forma presencial. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
*Texto: Mídia Ninja. Foto: Lula Oficial
MORRE MAGDALENA, VIÚVA DO EX-GOVERNADOR MIGUEL ARRAES
Morreu na manhã desta quinta-feira (11), Magdalena Arraes, viúva do ex-governador Miguel Arraes de Alencar
Magdalena tinha 95 anos e faleceu em casa, nesta manhã. A ex-primeira dama era avó de Marília e da deputada federal Maria Arraes.
Era bisavó do prefeito Recife João Campos e do deputado federal Pedro Campos.
Segundo o Diário de Pernambuco, nenhuma mulher passou tanto tempo como primeira-dama de Pernambuco quanto Magdalena. Seu esposo, Miguel Arraes se elegeu governador três vezes.
Marília Arraes, que disputou o segundo turno da eleição de Pernambuco, em 2022, gravou um vídeo sobre a perda da avó. Ela disse que Magdalena viveu 95 anos "bem vividos", tendo tido o privilégio de conviver com ela, como neta, durante 40 anos.
segunda-feira, 1 de julho de 2024
Fernando Pierre declara apoio a Alissinho
O empresário Fernando Pierre, de família tradicional de Pão de Açúcar, esteve ao lado do prefeito Lero, e em conversa sobre pleito de 2024, declarou apoio a chapa do grupo calabar.
Fernando sempre foi um grande apoiador do grupo, e vai ajudar a manter Taquaritinga do caminho certo. Em conversa com nosso Blog, o prefeito Lero falou da alegria de contar com nomes que ajudaram em várias vezes em que ele foi candidato, e que ajudaram o grupo calabar a ter a força que tem hoje. "É uma enorme satisfação poder contar com apoio de amigos de longas datas, que nos ajudaram sempre e que ajudaram o grupo calabar, o grupo do povo a ter a força que tem hoje. Fernando é uma amigo meu e do grupo, e é muito bom ter pessoas amigas ao nosso lado", disse Lero.
Marcão também aparece na foto, ao lado de Fenando e Lero. Marcão também ajudou a construir a história do grupo calabar, e também vai continuar ajudando deixar Taquaritinga no caminho certo.
terça-feira, 25 de junho de 2024
"A nota dele quem deu foi os tribunais" disse Lero em resposta a Zeca Coelho
Na ultima sexta-feira (21), a política de Taquaritinga do Norte pegou fogo, em entrevista ao radialista Edson Ferreira da Filadélfia FM, o ex-prefeito de Taquaritinga e ex-membro do grupo calabar, Zeca Coelho, teria dado nota zero, a forma como o atual prefeito Lero Mestre conduz a politica de Taquaritinga do Norte.
Logo após a entrevista de Zeca, Lero também concedeu uma entrevista no mesmo programa da radio Filadélfia, onde soube da nota dada por Zeca. Quando perguntado por Edson Ferreira que nota Lero dava a Zeca, Lero respondeu de forma enérgica e dura. "Eu não vou da nota a ele, porque quem deu a nota dele foi os tribunais de todas as instâncias, e o povo na eleição de 2020 que colocou ele pra casa". disse Lero.
A resposta pegou a todos de surpresa, pois além de muito pacífico, dificilmente se ver Lero responder aos adversários no mesmo tom. A resposta de Lero foi elogiada por todos do grupo calabar do distrito de Pão de Açúcar, que tem uma rejeição enorme pela dupla Zeca e Evilásio.
Thaynar Cesar será candidata a vereadora pelo grupo calabar
segunda-feira, 10 de junho de 2024
Carlinhos Bala
A base parlamentar do prefeito Fábio tem sete vereadores, quatro eleitos: Augusto Maia, Flavio Pontes, Carlinhos da Cohab e Vando da Sertec e três "pula-pula" (expressão do jargão eleitoral para dizer que a convicção de um político é sólida como uma gelatina). Com exceção do vereador Vando, um caso à parte na relação com o prefeito, e fora o vereador Carlinhos, nenhum dos outros cinco precisam suplicar ao articulador político do prefeito, Galego de Mourinha, uma audiência com o chefe da municipalidade. Carlinhos teve um problema lá atrás, pareceu sério, tanto que pensou em desistir da vida pública. Voltou a ter, recentemente, justamente por causa de um "pula-pula". O chegante já sentou na janela do avião, fazendo inveja a Romário, enquanto o fiel escudeiro do senhor Fernando Aragão está sentado na classe econômica. E quem dos seis outros vereadores bota a cara nas redes sociais pelo prefeito? Simplesmente inexistem nos grupos de rede social publicações de Emanuel Ramos, Irmão Soares, Flavio Pontes, Vando da Sertec, Augusto Maia. Eventualmente o vereador Gilson se manifesta na tribuna do legislativo.
Mas o programa semanal do vereador
Carlinhos, a Voz do Pavão, mais parece o exército da Rússia na defesa do
prefeito. E pergunta-se: por que o vereador se expõe além do limite para
defender a gestão, se esta mesma gestão oferece em troca a companhia do Doutor
Nanau na chapa proporcional de Carlinhos e com suposto up grade eleitoral do
apoio de dois figurões do Foguetinho? E qual o porquê desse último vídeo do
vereador Carlinos falando como se deram as articulações finais em 2020, que,
enquanto os socialistas se articulavam para lançar um candidato, Eduardo da
Fonte já tinha resolvido lá em Recife com o monge Rasputin do governador Paulo
Câmara? Esse TBT tem recados, para muitos e para muitas direções, mas o
principal é que parece uma "vacina" do vereador dizendo: "eu sou
raiz, eu sou fiel, eu acreditei desde o início, eu fiquei até o fim. Ouviu,
senhor... ?"
Mesmo com a concorrência interna de
olho no mandato dele, o vereador Carlinhos abriu nova frente de batalha, agora
com o pré-candidato do grupo Verde, o professor Alan Clemente, que ainda não é
viável, que ainda não tem o apoio fechado do PP, leia-se Eduardo da Fonte, que
é um reserva efetivado na titularidade porque os titulares cantaram aquela
célebre música do Nelson Ned: "mas
eu fiquei com medo, medo, o eleitor me dá medo, medo, acho que é muito
cedo, cedo, pra eu me recandidatar". O que o vereador Carlinhos ganha com
esse belicismo? Vai reconquistar a submissão do prefeito? Vai intimidar o
"super" ou o "sub"? O beneficiário desse belicismo, o
prefeito Fábio, endossa essa postura agressiva do vereador? O empresário Alan César
pediu desculpas e se disse mal interpretado ao usar o termo “milícias” com
simpatizantes do grupo Vermelho. O prefeito não pediu desculpas pelo destempero
das Terezinhas e o vereador, no segundo programa, aumentou a carga. Está sendo
cirúrgico ou infeliz?
Lembrando que um dos que se
queixaram da fala do empresário sabe muito bem o tempero que Carlinhos costuma
usar com seus desafetos. No sábado, primeiro de junho, Carlinhos disparou:
"Em breve vocês vão saber quem é esse professor metido a honesto";
"Vem bomba, bomba que a gente vai soltar aqui nesse programa". E
questionou se o professor Alan Clemente trabalhou no RH da gestão Edson Vieira,
perguntando em seguida: "por que saísse?" O vereador não revelou
nada, por enquanto, exceto as sugestas. Vai aguardar a oficialização da
candidatura do professor, ou seja, se não se efetivar, ele guarda a munição?
Uma vez confirmada, ele dispara? E aconselhou o grupo Verde a procurar saber
por que o professor saiu da gestão Azul. No último programa, dia oito de junho,
voltou à carga acusatória, mesmo diante de um constrangido Jairo Gomes, tio do
professor. O “Cangaceiro” não deixou de lembrar ao vereador uma máxima que
circula no mundo jurídico: “cabe ao acusador o ônus da prova” Mesmo assim
Carlinhos não arrefece. Ou tem as provas e não mostrou ao seu fiel companheiro
de programa e jornada eleitoral, ou não as tem e se arrisca a consequências
jurídicas como aconteceu com o caso da “prevaricação”.
Mas também espera-se da parte do
Verde e, principalmente do professor Alan, uma reação firme e veemente para as
acusações que lhe são dirigidas, notadamente porque o trunfo eleitoral do
professor e do grupo dele é que são “diferentes” dos políticos tradicionais do
Azul e do Vermelho, mesmo que vivam cortejando o apoio eleitoral do deputado Da
Fonte, raposa velha da política. Mesmo que no seio do grupo tenha um vereador
que presidiu a Câmara Municipal e está agora no conselho de ética e na mira do
MP. Mesmo que um outro vereador esteja na presidência da Câmara, era tido como
potencial nome para prefeito agora em outubro e não vai disputar sequer a
reeleição. O grupo Verde vai rifar seu pré-candidato, que teve a coragem de
pegar o abacaxi recusado pelos expoentes? Vai deixar o vereador Carlinhos, e
não os eleitores, abater a pré-candidatura do professor? E o que deve estar
achando o deputado Eduardo da Fonte desse tiroteio disparado pelo vereador?
Do ponto de vista eleitoral, não é
certo que Carlinhos da Cohab reforce seu quinhão de votos seriamente ameaçado
dentro de sua chapa. Como também não é certo que vá ganhar pontos com o
prefeito e seu entorno por fazer uma defesa tão contundente da gestão. Como fez
também no caso do sumiço do milho. A percepção, inclusive do próprio
parlamentar, é de que a torcida é forte para que não esteja entre os dezessete legisladores após a
contagem dos votos. Então, não se compreende porque tem uma atuação tão
agressiva, que constrange até os próprios correligionários. Se dependesse de
barulho, companheiros do vereador Carlinhos não estariam na lista dos “certos” para a reeleição.
O professor Alan não representa qualquer
ameaça à reeleição do prefeito Fábio. È apenas um nome do partido Novo para representar os verdes na disputa. Não dispõe
de tempo nas emissoras para fazer sua campanha e não tem nenhuma certeza de que
PP lhe dará suporte como vice. Nem o próprio pré-candidato sabe quem são os
nomes para a chapa proporcional e duvida-se que os conhecidos empresários do
grupo deem o suporte financeiro na proporção que uma campanha exige, exceto se
for apenas para figurar na disputa. Portanto, ainda não é um alvo estratégico a
ser abatido e se estranha que a artilharia do vereador já esteja alvejando o
professor. Mas, uma coisa é certa: dois personagens estão felizes com o
infortúnio do pré-candidato do Novo e não é preciso dizer quem, de tão óbvio. A
incógnita é se o jogo é combinado. E agora que é preciso prestar atenção à
semântica das palavras para que as igrejinhas não deem a elas uma conotação
maliciosa, a “bala” citada no título não se refere ao artefato bélico que vez
por outra encontra um corpo andando pelas ruas do Rio de janeiro, que partem
perdidas e depois são achadas.
Gisonaldo Grangeiro, "cearense" de Pernambuco, agrestino do Polo, professor efetivo da Rede Estadual de Educação do Estado do Ceará e da Rede Municipal de Educação de Fortaleza.
NO RECIFE CAI O PREÇO DA GASOLINA, DO ETANOL E DO ÓLEO DIESEL
No Recife a gasolina teve redução no preço de 0,75, durante o mês de maio. O etano também ficou mais barato, 0,70%. A maior redução foi do óleo diesel, 0,95%.
O Loteamento Nova Vitória teve o menor preço no diesel e na gasolina, enquanto Ponto de Parada registrou a menor média para o etanol
Levantamento exclusivo foi feito pela ValeCard, empresa especializada em soluções de mobilidade, com base em transações realizadas em mais de 25 mil estabelecimentos credenciados em todos os estados do Brasil.
PREFEITURAS PAGAM CACHÊS ALTOS A ARTISTAS NO PERÍODO JUNINO
São Caetano, cidade pequena próxima a Caruaru, investiu ainda mais. A prefeitura do município irá gastar R$ 650 mil com a dupla Bruno e Marrone, que nem ao menos canta música junina.
Essas despesas das prefeituras estão sendo acompanhadas pelo Ministério Público, que fez um levantamento dos shows em cada cidade, através do Portal da Transparência.
Em Araripina, cidade de porte médio do Sertão de Pernambuco, a dupla Zé Neto e Cristiano custará aos cofres públicos a importância de R$ 670 mil. E o mesmo município irá pagar R$ 654 mil por um show de Maiara e Maraísa.
Caruaru, cidade de grande porte, que realiza o maior São João do Brasil, tem entre as atrações da festa junina Luan Estilizado, Saia Rodada e Zezo. O custo desses artistas é de R$ 600 mil.
Em Garanhuns acontece no próximo mês o Festival de Inverno. Muitos artistas famosos foram contratados para o evento. Pelo que estamos informados, nenhum dos cantores que vão se apresentar no FIG irá receber cachê de meio milhão com esses que vão se apresentar em Saloá, São Caetano e Araripina.
Aliás, há uma informação que a Secretaria de Cultura de Garanhuns estipulou um teto, de modo que nenhuma atração contratada para o Festival ficasse acima dos R$ 300 mil.
domingo, 2 de junho de 2024
Eduardo da Fonte diz que o Azul é “igual” ao Vermelho
Se o deputado Eduardo da Fonte que deu entrevista ao radialista Márcio Felipe não for o mesmo bravateiro que prometeu impedir coligação do PP com qualquer partido que filiasse o prefeito Fábio Aragão, está fechado o caixão da possibilidade de uma junção dos progressistas com o grupo Boca Preta. Segundo declaração do deputado, “a chance de apoiar o grupo de Edson Vieira é a mesma chance de apoiar Fábio Aragão”, ou seja, zero, porque o prefeito foi quem despachou o deputado, como ele está despachando agora os azuis. A fala do deputado termina precipitando o movimento pré-eleitoral porque dá uma certa nitidez ao cenário político, já que era dele que se esperava alguma declaração sobre as articulações políticas e a oposição dependia dela.
De Eduardo da Fonte esperavam-se três
decisões: levar o PP para uma junção com os azuis, lançar uma pré-candidatura
do empresário Robson Ferreira ou apoiar o nome do partido Novo, aparentemente o
professor Alan Clemente. Com a primeira possibilidade descartada, não foi
possível concluir na fala do deputado que o professor teria o apoio do PP à sua
pré-candidatura. Da Fonte elogiou Alan Clemente, reconheceu nele credenciais
para a disputa majoritária e chegou até a dizer que o integrante do Verde tem
melhor currículo que o prefeito Fábio, algo que em política não diz muito. È só
comparar o professor e intelectual Fernando Henrique Cardoso com o “analfabeto”
Lula e ver como terminaram os respectivos governos em 2002 e 2010. Mas Da Fonte
precisava dessa diplomacia para não assumir abertamente, pelo menos por
enquanto, o rumo que os progressistas tomarão em seis de outubro.
Pelo que declarou o deputado, não se pode assegurar seu apoio ao
professor Alan, principalmente se observarmos a movimentação recente do
empresário Robson Ferreira através de fotos e vídeos em grupos de watts da
cidade e região. Sabe-se que as palavras do empresário tem o prazo de validade
de dias, no máximo uma semana, mas é preciso sempre relembrar. Robson amealhou
dez mil votos na eleição de 2022, ficando na primeira suplência do PL. Ao sair
para o PP, seduzido por Da Fonte, o empresário praticamente deu adeus à
possibilidade de assumir o mandato em Brasília, mesmo que por alguns meses. O
“acordo” Da Fonte-Valdemar Costa Neto não garante que Robson não perca a
suplência. Sendo assim, a troco de que ele saiu do PL para se filiar ao PP,
senão com a garantia de poder ser candidato a prefeito?
Agora, como Da Fonte pode apoiar um
nome de segunda linha do Verde, que se filiou ao Novo sem conhecimento do
deputado, partido que não tem sequer uma chapa proporcional de pré-candidatos a
vereador? Um pré-candidato que abomina hipocritamente a política tradicional,
onde o chefão do PP acumula poder? Tudo isso descartando os dez mil votos de
Robson? Que “desistiu” da pré-candidatura por sentir corpo mole dos verdes para
no final não estar na chapa majoritária? È esse nó que o deputado Eduardo precisa
desatar, mas é fato que os verdes não podem fazer vetos porque não controlam
partidos e os nomes fortes potenciais
pré-candidatos a vereador estão filiados ao PP. Como não cravou o apoio ao
professor Alan, é natural que o deputado vá sugerir a chapa Robson-Alan
Clemente e os verdes terão de fazer um balé bem convincente para recusar.
Quanto aos azuis, resta claro que vão marchar sozinhos com a candidatura
da ex-deputada Alessandra Vieira. Não há mais amarras para se definir o nome do
possível vice, que não foi feito até agora justamente pela difícil
possibilidade de uma junção com o PP, definitivamente sepultada por Da Fonte.
Com os verdes virou impossível depois do míssil nuclear disparado pelo
radialista Ernesto Maia e pela vereadora Jéssyca Cavalcante, que expuseram a
nudez gerencial dos “diferentes” e embalsamou de vez uma possível nova
candidatura Alan Carneiro, forçado a desistir. Caberá aos bocas pretas definir
as estratégias e demonstrar o que conquistaram para a campanha eleitoral ao se
filiarem ao PL, apostando na dupla Bolsonaro e Michele. Por enquanto, a
pré-campanha tem sido temperada pelos discursos de “quem fez”, “quem não fez”,
“quem tem obra”, “quem reciclou obra” propagados tanto pela militância quanto
por pré-candidatos. Na fundamental definição do vice, os bocas podem optar pela
“função apelativa”, com a missionária Sizerônica; pela “função emotiva” com
Dida de Nan ou pela “função metalinguística” com Joselito Pedro.
Se Da Fonte pensar pequeno e aceitar
a vice na chapa do professor Alan, estará contrariando a lógica que costuma
prevalecer na política e, principalmente, será alvo de questionamento sobre a
“raposa política” que aparenta ser, afinal, controla uma forte bancada na ALEPE
e vai arriscar sair da eleição de Santa Cruz como terceira via? Um ponto
importante a ser definido é a presença do prefeito de Recife, João Campos,
reforçando os azuis, em deferência ao ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho.
João teria coragem e contrariaria a dupla Diogo-Carreras? Miguel teria
prestígio para tanto? Tudo isso e mais a prometida entrevista de Eduardo da
Fonte, onde ele vai explicar o rompimento com o prefeito, ficam para os
próximos pouco mais de dois meses. Por enquanto, fiquemos com a sugesta pesada
do vereador Carlinhos em direção ao professor Alan Clemente. Reticências ou
ponto final?
DEPUTADOS LIBERAM FAKE NEWS E DIZER A VERDADE PODE DAR CADEIA
Em sessão realizada quinta-feira passada, deputados federais mantiveram o veto ao projeto que criminaliza as fake news.
Na prática, os parlamentares liberaram a população brasileiras para espalhar mentiras através da internet.
Na votação realizada em Brasília, a bancada evangélica em sua maioria votou a favor das fake news, contrariando o princípio bíblico de que mentir é pecado.
O liberou geral permitido pelo Congresso é tão esdrúxulo que o site Sensacionalista, que costuma fazer humor com assuntos sérios advertiu o seguinte:
A partir de agora perigoso é falar a verdade. Pode dar cadeia. Pode parecer brincadeira, mas nesse Brasil atual, com esse Congresso que temos, tudo é possível.
O QUE ESTÁ EM JOGO NA ELEIÇÃO DE PREFEITO DE SÃO PAULO
Pesquisas divulgadas depois do anúncio da pré-candidatura de Marçal, pelo PRTB, mostram que o bolsonaristas tira votos de Ricardo Nunes (MDB) e Tabata Amaral (PSB), mas não de Guilherme Boulos (PSOL).
Com isso, Boulos se isolou na liderança, ultrapassando os 37% das intenções de voto.
O prefeito Ricardo Nunes caiu para pouco mais de 20%, Pablo conquistou 10 pontos percentuais e Tabata ficou um pouco abaixo disso.
Se Guilherme Boulos crescer mais 5 ou 6 pontos pode vencer a eleição no primeiro turno.
Caso o socialista vá disputar o segundo turno contra Nunes, terá em seu palanque Lula, Geraldo Alckmin, Luíza Erundina e possivelmente a própria Tabata Amaral.
A eleição de prefeito de São Paulo passa a ser decisiva para os rumos da esquerda e da direita no país.
FILME "PSICOSE" FOI REALIZADO SOB DESCRENÇA DA INDÚSTRIA E DA IMPRENSA
Quando Alfred Hitchcock resolveu filmar "Psicose", em 1960, enfrentou muitas dificuldades.
Poucos antes de começar este trabalho, um jornalista perguntou ao diretor por que não parar quando estava no auge.
E frisou: "Afinal de contas o senhor está com 60 anos.
Ou seja naquela época uma pessoa com essa idade era considerada velha e devia se aposentar.
Passados mais de 50 anos a situação mudou muito. Woody Allen e Clint Eastwood, cineastas no mesmo nível de Hitchcock, realizaram seus últimos filmes perto dos 90 anos.
Nenhum dois dois, ao que se sabe, tiveram de passar por questionamentos semelhantes ao inglês, na década de 60 do século passado.
Os estúdios não acreditaram em "Psicose" e no início até pessoas próximas do diretor temiam pelo fracasso.
Alfred teve de hipotecar a casa para bancar as filmagens.
A imprensa também não apostou muito. A história do filme, já contada em livro, antes da realização do longa, parecia difícil de adaptar, muitos desacreditaram que podia render bem na tela.
Hitchcock, com o apoio de sua esposa, Alma, contrariou a todos - teve problemas até com a censura - realizou um dos seus melhores trabalhos e "Psicose" ainda hoje é sinônimo de suspense de qualidade.
Antes o diretor inglês, que depois de ficar conhecido passou a trabalhar nos Estados Unidos, tinha realizado, Um Corpo Que Cai, Janela Indiscreta, Rebecca, a mulher Inesquecível e Intriga Internacional.
Esses quatro e outros tinham consolidado seu nome como "Mestre do Suspense".
Depois de "Psicose" ela ainda fez mais seis filmes, dentre eles "Os Pássaros" (também excelente), mas nenhum superou o êxito do filme de 1960.
NEYMAR É O RETRATO DE UM BRASIL DECADENTE, REATIVO E MELANCÓLICO
Milly Lacombe*
Assim como o Brasil envelhecido e conservador, Neymar está perdido entre o masculinidade tóxica e o empreendedorismo predador. Acha razoável responder a uma crítica chamando mulher de feia, velha e louca e acha bonito investir em projetos que envolvam a destruição de áreas de proteção ambiental.
O que tem em Neymar além desses dois mundos, o do homem tóxico e o do capitalista destruidor? Tem o jogador que parece não gostar mais de jogar e o pai que não se recusa a pagar largas pensões para que as mulheres que dele engravidaram cuidem dos filhos que ele fez. Parece bastante coisa, mas é bem pouco na verdade. É o mínimo, aliás.
Neymar, assim como a masculinidade frágil de forma geral, não consegue escutar críticas sem espernear e quando esperneia a pirraça acontece em escala mundial dada sua fama e alcance. Essa masculinidade tão apequenada precisa invariavelmente dar a última palavra, falar mais alto, xingar mais forte, reagir mais virulentamente.
Trata-se de um garoto preso no corpo de um homem. Um garoto que se recusa a crescer. Um garoto que acredita que a vida é rasgar os pneus do amigo que fez uma brincadeira boba com seus sapatos. Um garoto que abre a câmera e sai falando qualquer absurdo machista que passe pela sua cabeça porque tem certeza que o mundo é seu playground e que vomitar misoginia é apenas mais um chute em direção ao gol.
Neymar poderia ter sido imenso e, nesse caminho, nos ajudado a viver numa sociedade mais justa. Optou por jogar sozinho. E, jogando sozinho, vai protagonizando espetáculos deprimentes de descontroles e desatinos sempre para proteger os mesmos valores decadentes que estão nos afundando em destruição. As pessoas mudam e Neymar pode um dia mudar. Seria uma transformação poderosa. Mas, para isso, ele precisaria querer abrir a cabeça e me parece que ele não quer. Assim, seguiremos testemunhando seus chiliques, fúria verbal e descontroles. Quase sempre - por motivos que Neymar precisará de tempo para compreender - direcionados mais violentamente contra mulheres.
*Milly Lacombe é jornalista. O trecho foi reproduzido de um texto publicado no Portal UOL.
RAQUEL LYRA E SEU TIME PRESENTE EM CARUARU
Raquel Lyra sempre presente em Caruaru.
Está certa, afinal de contas é sua terra e por ter sido prefeita do município se projetou politicamente, se tornando a primeira mulher a governar Pernambuco.
Na foto do blog Cenário ela aparece com o prefeito Rodrigo Pinheiro, o ex-secretário Daniel Coelho e o deputado federal Mendonça Filho.
Mendoncinha vai apoiar Daniel, pré-candidato à prefeitura do Recife.
Se a eleição fosse hoje o candidato de Raquel na capital ficaria em terceiro ou quarto lugar. Perde para João Campos e Gilson Machado.
Tem menos de quatro meses para reverter o quadro desfavorável.
quarta-feira, 29 de maio de 2024
È melhor um Carlinhos na mão do que dois Nanau pulando?
Um áudio divulgado pelo jornalista Júnior Albuquerque, no programa Ernesto Maia, da rádio Comunidade FM, expôs um clima de tensão entre pré-candidatos do grupo Taboquinha à câmara de vereadores de Santa Cruz do Capibaribe. Já se sabia de uma atmosfera ruim que poderia estar atingindo o vereador Carlinhos da Cohab, apenas não estava explícita. Clima ruim que não começou agora, mas lá atrás, naquele entrevero que o vereador teve com o prefeito Fábio Aragão. Evento que marcou uma linha divisória na relação entre dois. De cordeirinho acanhado e obediente, temeroso do tom bélico do vereador, o prefeito puxou o freio e enquadrou Carlinhos. O freio foi tão forte que o parlamentar cogitou a possibilidade de não mais disputar eleições. Não se sabe exatamente os motivos, mas todo mundo falava que tinha a ver com espaços na gestão do prefeito, partilha de currais eleitorais, ciúmes de colegas de bancada e a ação de alguns secretários.
O fato é que ali o vereador percebeu que teria novos adversários com que
se preocupar na disputa pela reeleição e estes novos adversários não estavam
nos grupos rivais apenas, e sim dentro do seu próprio terreiro taboquinha. È o
que se convencionou chamar de “fogo amigo”, ou seja, um fogo que não vem da
trincheira do inimigo à frente. Fogo este que o estilo do próprio vereador pode
ter motivado. Os meses subsequentes deram a impressão de que “bombeiros”
poderiam ter extinto as chamas e a convivência minimamente pacífica tinha
voltado. Mas a recente montagem das chapas com as prováveis pré-candidaturas a
vereador parece ter reavivado a brasa da rivalidade interna que estava
ocultada. E agora não há mais nada que um pré-candidato possa fazer se se sentir
incomodado com a legenda a que está filiado. È ir em frente ou desistir.
No áudio em questão, estava a voz do ex-vereador Doutor Nanau, conhecido
nas redes sociais pela longevidade que dedica aos grupos políticos que se
alternam na gestão do município. Importante destacar que o ex-vereador foi o
secretário de saúde da gestão passada, dos Bocas Pretas, pasta responsável pela
UPA, que o vereador Carlinhos chamou de “chiqueiro de poico”, num dos disparos
de metralhadora que costuma fazer no seu programa das manhãs de sábado. E até
recentemente, 5 de abril, o ex-secretário era o sub da irmã do prefeito, Simone
Aragão, na referida secretaria, que agora administra a “Nova UPA”. Um verdadeiro
angu político. Recentemente desincompatibilizado, doutor Nanau vai disputar uma
vaga de vereador diretamente com Carlinhos da Cohab, na mesma chapa e é tido
como forte candidato. Rola nas redes sociais que o doutor Nanau teria dois
generais eleitorais (cabo eleitoral é para os outros): o vice-prefeito Helinho
Aragão e o chamado supersecretário Marcelino Cumaru. Não há evidências que sim,
mas não há, tampouco, afirmativas que não.
Então, numa chapa com o vereador
Flávio Pontes, o ex-prefeito Toinho do Paraná, o ex-secretário doutor Nanau, o
vereador Carlinhos se vê ameaçado eleitoralmente e admitiu no último programa
que pode estar sendo cozinhado em banho Maria. Não só admitiu como deu nome a
alguns “bois”. A principal queixa do vereador é que se diz fiel ao grupo desde
sempre, principalmente naquele episódio de 2020 quando, segundo dizem, teria
ficado ao lado do pai do prefeito na disputa com o PSB pela candidatura que resultou
depois no mandato do prefeito Fábio.
Enquanto muitos chamavam seu Fernando de “enfadado” e estão agora lotados na
gestão municipal. Especificamente ao ex-secretário, Carlinhos o considera um
pula-pula, cujo amor político se dissolve como um efervescente Sonrisal e uma
nova paixão surge, independente da cor, contanto que tenha uma caneta para
assinar o ato e posteriormente publicar no diário oficial.
Goste-se ou não do vereador, há que se reconhecer o mérito da sua
queixa. Seu comportamento político é reprovável, talvez esteja fazendo uma
colheita do que plantou, mas nesse episódio razão ele tem. E até se compreende
seu desabafo porque quem deveria
apaziguar está silente endossando os “pula-pula”. Não se tem o mínimo resquício
de que o prefeito Fábio esteja mediando a situação. Para tranquilizar Carlinhos
e reconhecer sua fidelidade ao pai e ao grupo e também para acolher o doutor
Nanau, já que a soma política é sempre o objetivo para garantir a vitória. Não
há da parte de nenhum personagem do grupo Vermelho uma iniciativa pacífica, há
sim, um silêncio desesperador para o parlamentar. Como se agora ninguém fizesse
mais questão de esconder que o objetivo é fazer com ele o que o Leão do Pici fez
com o Gatinho da Ilha do Retiro. E a situação não é tranquila para o vereador.
Dizem que das duas vagas certas da chapa , uma estaria assegurada para Flávio Pontes e a outra seria
para o vencedor do “vale tudo” entre Carlinhos, doutor Nanau e Toinho do
Paraná.
Se observarmos, os “ETs” têm mais prestígio na gestão do que o vereador
Carlinhos. Gilson Julião, Emanuel Ramos,
Irmão Soares não estão tensos com a chegada do processo eleitoral e não sofrem
internamente qualquer “fogo amigo”. Carlinhos já ficou no povão lá na vila do
Pará enquanto seus colegas estavam no palanque com o prefeito, já ficou sozinho
no episódio Takegate e agora não apareceu no lambe-lambe tirado em Brasília
durante a marcha dos prefeitos. São sete homens, mas o único destino em foco é
Carlinhos da Cohab. Ele que se prepare, o fogo crepita, estão de olho no seu
horário semanal aos sábados na rádio Vale, A Voz do “Pavão”. E não é apenas o
doutor Nanau, supostamente turbinado pelos personagens supracitados. Para fechar, um detalhe pitoresco. Além da
artilharia de Carlinhos na direção de doutor Nanau, um personagem das redes
sociais puxou sua garrucha e também disparou na direção do ex-secretário,
atribuindo-lhe essa modalidade política do pula-pula. Trata-se do popular
Bigode, um especialista na prática. Um caso eloquente do “sujo” falando do “mal
lavado”. Oficialmente, pelo menos até 6 de outubro, Bigode é Boca Preta,
considerando o voto que digitou em 2020, mas já foi Zé Augusto e agora nas
redes sociais é Vermelho, esperando apenas o “divórcio”, ou seja, digitar o
número do prefeito Fábio na urna para entrar eleitoralmente no grupo.
Administrativamente já entrou porque essa entrada precede àquela quando se
trada de “pula-pula”.



























