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quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Grupo de empresários declaram apoio a Alisson Dias


Às vésperas das eleições municipais, figuras de peso do empresariado de Taquaritinga do Norte declararam seu apoio ao candidato do grupo calabar, Alisson Dias que terá como vice na chapa Batata. Candidato da situação, a favorito no pleito desse ano, Alisson Dias vem cada vez mais garimpando apoios. 

Durante a reunião, que aconteceu na fazenda do Sr. Júlio, na quarta-feira 31, Alisson Dias falou dos avanços que pretende buscar para Taquaritinga do Norte, e que vai governar junto do povo e do grupo. Cada empresário falou durante a reunião, contou de suas participações em outras campanhas, e que confiam em Alisson pra administrar o município. Nomes como Béa, Júlio, Doca, Paulo de Pierre, Zé Mário, Valmir Marinheiro, Jorge Dias, Bá, Aguiru e Dudinha, Vava e Elias Araújo, se juntam a nomes que aderiram com Fabinho de Gravata e Ciel pra reforçar a campanha de Alisson e Batata.







sexta-feira, 19 de julho de 2024

No Dicionário do Verde, medo significa "passar o bastão".

         


Até quarta-feira, dia 10 de julho, ninguém sabia exatamente por que motivo o senhor Alan Carneiro “bi-desistiu” de voltar a disputar a prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe. A divulgação da tal carta, em janeiro de 2023, deixou todo mundo com uma interrogação na cabeça: por que uma pessoa que bateu na trave para ser prefeito de uma das maiores cidades do interior de Pernambuco, do nada, divulga uma carta abdicando das disputas eleitorais, sem um motivo aparente? O mais lógico, em qualquer lugar, inclusive em Chorrochó, BA, seria fazer como fez o senhor Fernando Aragão. No outro dia após o pleito de 2016, já estava "em campanha" para 2020.

          Mas isso não foi o pior. Exceto o radialista Geraldo Silva, ninguém, nem o próprio Alan I, acreditou naquela lorota escrita.Tanto que ele alimentou por um ano a possibilidade de imitar o ex-presidente FHC: "esqueça o que eu escrevi". Foi preciso um segundo momento para confirmar que a carta era pra valer e, portanto, como símbolo do Verde, passou a navalha na expectativa de muita gente, principalmente de quem mudou de grupo político acreditando que Alan teria tutano para tirar a prova dos nove contra Fábio Aragão e, posteriormente, Helinho Aragão. Mas, até ali, todo mundo compreendendo suas ocultas razões, certamente de cunho particular, que não convinha trazer a público. Até que inesperadamente, numa entrevista aos radialistas Cilas Tenório e João Bosco, na Rádio Comunidade, o senhor Alan, tomado por uma franqueza inusual e surpreendente, revelou o verdadeiro motivo de não se apresentar na disputa de outubro pelo maior cargo da municipalidade: MEDO. Claro que, como verde, usou o eufemismo "passar o bastão", numa tentativa de convencer ninguém da sua fraqueza política.

          Foi essa condução desastrosa e patética do senhor Alan I a responsável pelo definhamento de um grupo político que se mostrou tão promissor logo na estreia do desafio eleitoral, em 2020. Na ocasião em que confirmou que estava “passando o bastão”, descobriu também que se encontrava sozinho para esse revezamento, ou seja, comunicou que ninguém da cúpula verde aceitara substituí-lo na missão de superar novamente o grupo Azul e abreviar a jornada do Vermelho à frente do leme municipal. Sendo assim, sobrou para o baixo clero, primeiro com Capilé, “cassado” uma semana depois pela falta de entusiasmo dos caciques e pelo fogo amigo de uma colega parlamentar, e depois com o professor Alan Clemente e seu entusiasmo juvenil. Este, porém, recebeu um inequívoco endosso dentro do grupo Verde. Parecia que, finalmente, uma cobaia se efetivaria como candidato, com dupla missão: uma formal, representando a presença do grupo na disputa, e outra eleitoral, como escudo para a covardia dos empresários. Uma votação pífia seria creditada ao candidato.

        O grupo sonhava também com o apoio do deputado Eduardo da Fonte e seu poderoso PP ocupando o posto de vice do professor Alan, estrategicamente filiado ao Novo, numa precaução contra uma eventual rasteira muito comum nas disputas eleitorais. Essa ilusão chegou até a empolgar outro professor, filiado ao partido de Da Fonte. Empolgação turbinada por analistas e postagens em redes sociais, sem muita sintonia com a lógica da política e de políticos raposas velhas como o chefão do Progressistas. Uma aposta pueril, uma vez que o PP tinha o “abacaxi” Robson registrado nas suas fileiras. E esse abacaxi não foi tirado do PL sem a promessa de uma contrapartida, uma posição de protagonista na eleição vindoura. Tratava-se de um suplente de deputado federal, com trinta mil votos no Estado, sendo dez mil apenas em Santa Cruz, ou seja, no município, Robson tem, até a próxima eleição nacional, o mesmo tamanho do mandachuva do PP.

        Para coroar essa chanchada do Verde, eis que o professor Alan, talvez sentindo o cheiro de queimado ou pressentindo que seu bastão seria tomado, logo após lançar sua principal proposta de campanha, uma placa na divisa entre Santa Cruz e Pão de Açúcar, resolve também entregar o bastão (nesse caso, não por covardia e medo) e ser mais um nome do grupo na galeria dos desistentes, deixando a meia dúzia de pré-candidatos a vereador na rua da amargura e da incerteza. Sem falar no outro grupo de proporcionais aprisionados no PP por causa da indecisão do senhor Alan I. Aliás, o próprio Valmir Ribeiro atribui a Alan Carneiro e sua hesitação a perda do controle do PSD e do MDB, estando agora reféns de Robson Ferreira e Eduardo da Fonte, já que o controle do Novo é tão firme quanto as pré-candidaturas do próprio grupo.

     O dia D está chegando, cinco de agosto, prazo final para todas as definições partidárias. Já está precificado que o “Verde não vêm” ou vem raquítico. Vai depender, mais uma vez, da decisão dos “diferentes”. Podem engolir o sapão Robson, num esforço para não prejudicar os pré-candidatos a vereador, tanto do Novo quanto dos aprisionados no PP; podem lavar as mãos e entregar à própria sorte quem acreditou na perspectiva eleitoral do grupo ou podem, finalmente, abrir fogo contra a dupla do PP, como se ela fosse a responsável pela marmelada em que os verdes se transformaram. Lembrando que o grupo saiu da eleição de 2020 com cinco parlamentares eleitos e hoje se encontra com três. Um não vai disputar a reeleição, outro está à mercê do G 14 (grupo que “atropelou” o devido processo legal contra um parlamentar) ou de uma decisão judicial e outra não se sabe se vai disputar. Passando esse tormento de 2024, é melhor entregar o grupo a quem entende de política, Anderson Silvestre ou Barbeirinho. Nesse grupo, tudo pode acontecer, inclusive, tudo.

 Gisonaldo Grangeiro, "cearense" de Pernambuco, agrestino do Polo, professor efetivo da Rede Estadual de Educação do Estado do Ceará e da Rede Municipal de Educação de Fortaleza.

terça-feira, 16 de julho de 2024

"A gente deixou transparecer que realmente não tem liderança, e vamos assumir a liderança" dispara Robson contra o grupo verde

 Com a desistência de Alan Clemente de ser candidato a prefeito pelo grupo verde, notícia que caiu como uma bomba no cenário politico de Santa Cruz, mostrando toda desorganização do grupo, um áudio de zap, de Robson Ferreira, poderá acabar de vez com o verde, ou causar um racha enorme no grupo.

Alan Clemente, foi anunciado como  pré-candidato já fazia cerca de dois meses referendado por Alan Carneiro e os demais do verde. O que eles não sabiam, era que aparentemente, Robson estava agindo por traz, e caiu no erro de enviar áudio com seu plano para alguém, que vazou o áudio.

Em outro momento, Robson já tinha enviado um áudio, afirmando que o candidato do verde seria Lombarde, em forma de zombaria, pela indecisão do verde na escolha da chapa. Além dessas polemicas, comprovadas em áudios, Robson já se envolveu em várias polemicas, como uma carta publicada por ele, atirando várias críticas ao presidente estadual do PL, Anderson Ferreira, um pouco antes da eleição de 2022. 

O áudio será veiculado amanhã, no programa Cilas Tenório, ao meio dia na Comunidade FM.

EX-GOVERNADORES DE SANTA CATARINA RECEBEM SALÁRIOS ESCANDALOSOS

 



Valor é maior do que o orçamento previsto para a rubrica orçamentária de "redução das desigualdades"

Mais de R$ 353 mil foi o valor pago, somente no mês de junho, para seis figuras políticas conhecidas que já exerceram o cargo de governador de Santa Catarina e que hoje são remuneradas com uma “pensão especial” no valor de R$ 39,7 mil, atualizada na surdina, sem registros oficiais acessíveis à população.

A soma equivale a 28 salários mínimos, e o montante despendido no mês de junho, contendo retroativos de R$ 58 mil para cada um, é maior do que o orçamento previsto para a rubrica orçamentária de “redução das desigualdades”, que faz parte do Fundo Estadual de Promoção Social e Erradicação da Pobreza. Com os retroativos, a renda de cada um deles, no último mês, chegou aos R$ 98 mil.

Eduardo Pinho Moreira, Esperidião Amin, Jorge Bornhausen, Leonel Pavan, Paulo Afonso Vieira e Raimundo Colombo são os pensionistas. Alguns deles ainda estão na vida pública, como Amin, que recebe, no senado, um salário de R$ 44.008,52, e Pinho Moreira, exonerado ano passado do cargo de Diretor Financeiro do BRDE, banco regional de desenvolvimento. Pavan deve disputar a prefeitura de Camboriú esse ano e Colombo, que já foi senador, tentou vaga no Senado no último pleito.

*Fonte: ICL Notícias

sexta-feira, 12 de julho de 2024

Cassação de Capilé: indevido processo legal


 Quem imaginaria que a sessão extraordinária da Câmara Municipal de Santa Cruz do Capibaribe, do dia 20 de junho, cuja pauta principal foi “assuntos correlatos a cassação do Vereador Cícero Cosme da Silva, bem como dos atos do presidente” terminaria, não só com a anulação da cassação aprovada no dia 13 de junho, como também na própria anulação de todo o processo? Tudo isso sem que o vereador Carlinhos da Cohab fosse na jugular de qualquer vereador, Vermelho ou Azul. Nem parecia aquele Carlinhos que “metralhou” a “farra do Take” promovida pelo presidente Zeba, acompanhado de muitos dos que guilhotinaram, irregularmente, o mandato do vereador Capilé, regada a Old Par e queijo provolone, segundo Carlinhos. Aliás, a tabelinha Nailson Ramos, Jessyca Cavalcante e Gilson Julião com Carlinhos da Cohab, no dia 20, parecia uma tão falada junção de cores políticas, tamanha a sintonia e o enlace político. Por pouco não surgiu o grupo roxo.

       Antes da sessão começar, já corria nos blogs de notícias e nas redes sociais que o presidente Zeba seria destituído do cargo por causa dos “atos” do dia 18 de junho, quando anulou a sessão de cassação do dia 13 de junho. Ou seja, alguém do grupo dos quatorze vereadores que iriam reconhecer a ilegalidade da cassação, por flagrante desrespeito ao devido processo legal e à ampla defesa, já antecipava à imprensa que destituiriam o presidente por supostamente ter infringido o regimento interno da casa, como também desrespeitado a “soberania do plenário”. Plenário este, cujos vereadores tiveram 60 dias para elaborar e votar um relatório sobre o resultado incontestável apurado pela CPI da reforma do plenário e deixaram para fazê-lo no último dia do prazo, como se a cassação do mandato de um vereador fosse um mero requerimento. A soberania  do plenário, reconhecidamente ilegal pelos próprios quatorze vereadores, não se sobrepõe à soberania do voto e, principalmente, à soberania da lei.

         Já no dia 13 de junho, o presidente Zeba alertou sobre a irregularidade de continuar a sessão extraordinária, pois o devido processo legal e a ampla defesa não foram garantidos ao vereador Capilé. Fez uma exposição endossada em parecer jurídico, disse que não presidiria a sessão e retirou-se do plenário. Mesmo assim, o grupo dos quatorze vereadores dos grupos Vermelho e Azul ignorou os alertas do presidente e resolveram continuar a sessão que resultou na cassação do parlamentar em questão. Lembrando que dentro do grupo há três advogados, um dos quais já presidiu a casa, portanto, dispunham de notória experiência para não consumar o ato que, sete dias depois, o mesmo grupo, com os mesmos três advogados, consideraria irregular, dando uma certidão positiva ao que o presidente Zeba falou no dia 13.

          O ato do presidente, no dia 18 de junho, anulando a sessão de cassação do vereador, mesmo com o respaldo jurídico da casa, é questionável. Pode-se sim acusá-lo de descumprir o regimento. Mas tal iniciativa não se assemelha ao ato dos quatorze vereadores, reconhecido por eles mesmos, qual seja, negar ao vereador Capilé princípios sagrados de uma democracia: devido processo legal e direito à ampla defesa e ao contraditório. Princípios estes inscritos e garantidos na lei Magna do país, a Constituição. Então, se nessa mesma sessão em que o grupo de quatorze vereadores reconheceu que as leis de garantias fundamentais não foram cumpridas no processo de cassação, também foi deliberado o afastamento do presidente para posteriormente ser destituído, como punição à suposta infração do regimento, qual seriam as consequências jurídicas para esse grupo de vereadores que feriram a Constituição? E nem precisaram ser questionados pelo vereador cassado. Cuidaram eles próprios de registrar nos arquivos da casa, na sessão do dia 20, que realizaram uma sessão irregular. Mesmo assim, contrariados com o presidente,  ainda iniciaram o processo de destituição do presidente Zeba.

       O roteiro do dia 20 pareceu ensaiado, tamanha a harmonia e sintonia entre os vereadores. Um deles pediu a abertura do processo de destituição do presidente, que foi acusado inclusive de agir para proteger um colega de grupo, no caso, o vereador Capilé. Nada mais pueril o presidente proteger Capilé dispondo de três votos contra quatorze dos grupos Vermelho e Azul. Ora, se foi assim, se zeba tentou proteger o colega de grupo, poder-se-ia dizer que os quatorze, como adversários, agiram para perseguir? È preciso alinhar certas teses para que não se assemelhem ao cinismo. Nada há em todo esse processo que configure uma atitude protelatória do presidente Zeba ou que tenha procurado dificultar a investigação ou a confecção e votação do relatório no conselho de ética. Tudo o que aconteceu, a partir do primeiro dia do prazo de sessenta dias que tiveram é responsabilidade exclusiva dos quatorze vereadores que votaram naquela sessão do dia 13.Tudo o mais foi consequência, inclusive os posteriores “atos do presidente”. ´

       A pressa de votar o parecer da comissão de ética, para que não fosse prejudicado com a exiguidade do tempo, protelado pelo mesmo grupo dos quatorze vereadores, terminou resultando no que queriam evitar. Ou seja, voltou tudo à estaca zero, tudo será reiniciado, agora cuidando em garantir ao vereador a ampla defesa e sem “atropelos” como destacou o vereador, advogado e ex-presidente Augusto Maia. Os lamentos da sessão do dia 13, onde todos expuseram a dor em ter de cassar o mandato de um colega, vão dar lugar agora ao mesmo sentimento de um felino espreitando a presa. Fizeram a lambança e estão contrariados com quem colocou o dedo na ferida. Nada podem dizer porque está tudo atestado na ata do dia 20. Se a Justiça não repuser as coisas no seu devido lugar, que a soberania do voto e das urnas o façam. Estão misturando atos legislativos com cores partidárias para justificar, proximamente, a cassação do vereador e a destituição do presidente.

           O poder legislativo é, naturalmente, mais exposto à crítica do “não faz nada”. Crítica essa endossada até por quem entende o papel de um vereador, que não tem nada a ver com “fazer”, e sim legislar e fiscalizar o executivo. A população não compreende bem a importância de um parlamentar. Deve ser por isso que muitas vezes se veem casas legislativas “jogando para a plateia”, com receio de serem mal vistas se seguirem os ditames legais. Não há ninguém que conteste a robustez do relatório da CPI e do parecer da comissão de ética. Mas não é isso que está em questão. O “julgador” não pode usar expedientes questionáveis, e nesse caso, reconhecido por ele próprio. Mesmo que a culpa seja óbvia, o processo tem de seguir o que determinam as leis, sem “atropelos”, mesmo que o fígado político implore por uma catarse. Mesmo que o vereador acusado não tenha sido diligente com seu mandato. Os sinais de “atropelos” são evidentes, que o vereador Capilé e o presidente Zeba busquem a mediação judicial. Isso também é democracia. Acomodar ou capitular cria uma “jurisprudência” para legitimar futuros contrariados.

 Gisonaldo Grangeiro, "cearense" de Pernambuco, agrestino do Polo, professor efetivo da Rede Estadual de Educação do Estado do Ceará e da Rede Municipal de Educação de Fortaleza.

PESQUISA QUAEST MOSTRA MELHOR AVALIAÇÃO DO GOVERNO LULA

 


Pesquisa Quaest divulgada hoje mostra que a "avaliação geral do governo" melhorou: entre maio e julho, passou de 33% para 36% o percentual daqueles que a consideram "positiva"; enquanto o percentual dos que avaliam o governo de forma "negativa" caiu de 33% para 30% no mesmo período (a avaliação "regular" caiu marginalmente de 31% para 30% entre maio e julho).

A avaliação do governo tem agora o seu melhor resultado desde dezembro passado. Lula retornou aos índices que havia conseguido em dezembro (36% "positivo", 32% "regular" e 29% "negativo").

Também quando a Quaest perguntou sobre a "aprovação do trabalho que o presidente Lula está fazendo", o resultado mostra um viés de alta.

Em maio, esta mesma questão revelava um país rachado ao meio: 50% aprovavam e 47% desaprovavam, um empate técnico considerando a margem de erro. 

A distância em julho aumentou: agora, 54% dizem que aprovam o "trabalho que Lula está fazendo" e 43% desaprovam.

A Quaest entrevistou entre 5 e 8 de julho 2 mil brasileiros acima de 16 anos em 120 cidades de todos os estados do país de forma presencial. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

*Texto: Mídia Ninja. Foto: Lula Oficial

MORRE MAGDALENA, VIÚVA DO EX-GOVERNADOR MIGUEL ARRAES

 



Morreu na manhã desta quinta-feira (11), Magdalena Arraes, viúva do ex-governador Miguel Arraes de Alencar 

Magdalena tinha 95 anos e faleceu em casa,  nesta manhã. A ex-primeira dama era avó de Marília e da deputada federal Maria Arraes.

Era bisavó do prefeito Recife  João Campos e do deputado federal Pedro Campos. 

Segundo o Diário de Pernambuco, nenhuma mulher passou tanto tempo como primeira-dama de Pernambuco quanto Magdalena. Seu esposo, Miguel Arraes se elegeu governador três vezes.

Marília Arraes, que disputou o segundo turno da eleição de Pernambuco, em 2022, gravou um vídeo sobre a perda da avó. Ela disse que Magdalena viveu 95 anos "bem vividos", tendo tido o privilégio de conviver com ela, como neta, durante 40 anos.

segunda-feira, 1 de julho de 2024

Fernando Pierre declara apoio a Alissinho

 


O empresário Fernando Pierre, de família tradicional de Pão de Açúcar, esteve ao lado do prefeito Lero, e em conversa sobre  pleito de 2024,  declarou apoio a chapa do grupo calabar.

Fernando sempre foi um grande apoiador do grupo, e vai ajudar a manter Taquaritinga do caminho certo. Em conversa com nosso Blog, o prefeito Lero falou da alegria de contar com nomes que ajudaram em várias vezes em que ele foi candidato, e que ajudaram o grupo calabar a ter a força que tem hoje. "É uma enorme satisfação poder contar com apoio de amigos de longas datas, que nos ajudaram sempre e que ajudaram o grupo calabar, o grupo do povo a ter a força que tem hoje. Fernando é uma amigo meu e do grupo, e é muito bom ter pessoas amigas ao nosso lado", disse Lero. 

Marcão também aparece na foto, ao lado de Fenando e Lero. Marcão também ajudou a construir a história do grupo calabar, e também vai continuar ajudando deixar Taquaritinga no caminho certo. 



terça-feira, 25 de junho de 2024

"A nota dele quem deu foi os tribunais" disse Lero em resposta a Zeca Coelho

 
Na ultima sexta-feira (21), a política de Taquaritinga do Norte pegou fogo, em entrevista ao radialista Edson Ferreira da Filadélfia FM, o ex-prefeito de Taquaritinga e ex-membro do grupo calabar, Zeca Coelho, teria dado nota zero, a forma como o atual prefeito Lero Mestre conduz a politica de Taquaritinga do Norte.

Logo após a entrevista de Zeca, Lero também concedeu uma entrevista no mesmo programa da radio Filadélfia, onde soube da nota dada por Zeca. Quando perguntado por Edson Ferreira que nota Lero dava a Zeca, Lero respondeu de forma enérgica e dura. "Eu não vou da nota a ele, porque quem deu a nota dele foi os tribunais de todas as instâncias, e o povo na eleição de 2020 que colocou ele pra casa". disse Lero.

A resposta pegou a todos de surpresa, pois além de muito pacífico, dificilmente se ver Lero responder aos adversários no mesmo tom. A resposta de Lero foi elogiada por todos do grupo calabar do distrito de Pão de Açúcar, que tem uma rejeição enorme pela dupla Zeca e Evilásio.   

Thaynar Cesar será candidata a vereadora pelo grupo calabar

As mulheres ganharam mais protagonismo ainda, nas eleições de 2022 aqui em Pernambuco, quando três mulheres conseguiram ser eleitas na disputa majoritária para os cargos de Governadora, vice governadora e senadora. Inevitavelmente com as eleições da primeira mulher governadora e da primeira senadora da história de Pernambuco, a temática feminina estará presente na eleição municipal que se avizinha. É fundamental estar de olho que a virada de chave no protagonismo estadual das mulheres também chegará como um efeito cascata nos munícipios.

Nesse quesito o grupo calabar tem se destacado tanto na gestão do prefeito Lero, com praticamente metade dos cargos comissionados ocupado por mulheres, como na disputa eleitoral, colocando a representatividade feminina com força em todos os setores da sociedade.

E mais uma mulher surge para abrilhantar ainda mais a disputa no legislativo, a jovem Thaynar Cesar, que é natural da comunidade do Tatus, e que hoje reside no distrito de Pão de Açúcar, vai disputar uma cadeira na casa do povo.

Além de blogueira e trabalhar como modelo, Thaynar é técnica de enfermagem no CAPS de Pão de Açúcar, mas também já trabalhou no PSF da Serrinha. Jovem e com boas ideias, Thaynar tem uma família tradicional em Taquaritinga do Norte, que certamente vai ajudar ela na disputa legislativa.

segunda-feira, 10 de junho de 2024

Carlinhos Bala

        


 A base parlamentar do prefeito Fábio tem sete vereadores, quatro eleitos: Augusto Maia, Flavio Pontes, Carlinhos da Cohab e Vando da Sertec e três "pula-pula" (expressão do jargão eleitoral para dizer que a convicção de um político é sólida como uma gelatina). Com exceção do vereador Vando, um caso à parte na relação com o prefeito, e fora o vereador Carlinhos, nenhum dos outros cinco precisam suplicar ao articulador político do prefeito, Galego de Mourinha, uma audiência com o chefe da municipalidade. Carlinhos teve um problema lá atrás, pareceu sério, tanto que pensou em desistir da vida pública. Voltou a ter, recentemente, justamente por causa de um "pula-pula". O chegante já sentou na janela do avião, fazendo inveja a Romário, enquanto o fiel escudeiro do senhor Fernando Aragão está sentado na classe econômica. E quem dos seis outros vereadores bota a cara nas redes sociais pelo prefeito? Simplesmente inexistem nos grupos de rede social publicações de Emanuel Ramos, Irmão Soares, Flavio Pontes, Vando da Sertec, Augusto Maia. Eventualmente o vereador Gilson se manifesta na tribuna do legislativo.

           Mas o programa semanal do vereador Carlinhos, a Voz do Pavão, mais parece o exército da Rússia na defesa do prefeito. E pergunta-se: por que o vereador se expõe além do limite para defender a gestão, se esta mesma gestão oferece em troca a companhia do Doutor Nanau na chapa proporcional de Carlinhos e com suposto up grade eleitoral do apoio de dois figurões do Foguetinho? E qual o porquê desse último vídeo do vereador Carlinos falando como se deram as articulações finais em 2020, que, enquanto os socialistas se articulavam para lançar um candidato, Eduardo da Fonte já tinha resolvido lá em Recife com o monge Rasputin do governador Paulo Câmara? Esse TBT tem recados, para muitos e para muitas direções, mas o principal é que parece uma "vacina" do vereador dizendo: "eu sou raiz, eu sou fiel, eu acreditei desde o início, eu fiquei até o fim. Ouviu, senhor... ?"  

           Mesmo com a concorrência interna de olho no mandato dele, o vereador Carlinhos abriu nova frente de batalha, agora com o pré-candidato do grupo Verde, o professor Alan Clemente, que ainda não é viável, que ainda não tem o apoio fechado do PP, leia-se Eduardo da Fonte, que é um reserva efetivado na titularidade porque os titulares cantaram aquela célebre música do Nelson Ned: "mas  eu fiquei com medo, medo, o eleitor me dá medo, medo, acho que é muito cedo, cedo, pra eu me recandidatar". O que o vereador Carlinhos ganha com esse belicismo? Vai reconquistar a submissão do prefeito? Vai intimidar o "super" ou o "sub"? O beneficiário desse belicismo, o prefeito Fábio, endossa essa postura agressiva do vereador? O empresário Alan César pediu desculpas e se disse mal interpretado ao usar o termo “milícias” com simpatizantes do grupo Vermelho. O prefeito não pediu desculpas pelo destempero das Terezinhas e o vereador, no segundo programa, aumentou a carga. Está sendo cirúrgico ou infeliz?

            Lembrando que um dos que se queixaram da fala do empresário sabe muito bem o tempero que Carlinhos costuma usar com seus desafetos. No sábado, primeiro de junho, Carlinhos disparou: "Em breve vocês vão saber quem é esse professor metido a honesto"; "Vem bomba, bomba que a gente vai soltar aqui nesse programa". E questionou se o professor Alan Clemente trabalhou no RH da gestão Edson Vieira, perguntando em seguida: "por que saísse?" O vereador não revelou nada, por enquanto, exceto as sugestas. Vai aguardar a oficialização da candidatura do professor, ou seja, se não se efetivar, ele guarda a munição? Uma vez confirmada, ele dispara? E aconselhou o grupo Verde a procurar saber por que o professor saiu da gestão Azul. No último programa, dia oito de junho, voltou à carga acusatória, mesmo diante de um constrangido Jairo Gomes, tio do professor. O “Cangaceiro” não deixou de lembrar ao vereador uma máxima que circula no mundo jurídico: “cabe ao acusador o ônus da prova” Mesmo assim Carlinhos não arrefece. Ou tem as provas e não mostrou ao seu fiel companheiro de programa e jornada eleitoral, ou não as tem e se arrisca a consequências jurídicas como aconteceu com o caso da “prevaricação”.

           Mas também espera-se da parte do Verde e, principalmente do professor Alan, uma reação firme e veemente para as acusações que lhe são dirigidas, notadamente porque o trunfo eleitoral do professor e do grupo dele é que são “diferentes” dos políticos tradicionais do Azul e do Vermelho, mesmo que vivam cortejando o apoio eleitoral do deputado Da Fonte, raposa velha da política. Mesmo que no seio do grupo tenha um vereador que presidiu a Câmara Municipal e está agora no conselho de ética e na mira do MP. Mesmo que um outro vereador esteja na presidência da Câmara, era tido como potencial nome para prefeito agora em outubro e não vai disputar sequer a reeleição. O grupo Verde vai rifar seu pré-candidato, que teve a coragem de pegar o abacaxi recusado pelos expoentes? Vai deixar o vereador Carlinhos, e não os eleitores, abater a pré-candidatura do professor? E o que deve estar achando o deputado Eduardo da Fonte desse tiroteio disparado pelo vereador?

         Do ponto de vista eleitoral, não é certo que Carlinhos da Cohab reforce seu quinhão de votos seriamente ameaçado dentro de sua chapa. Como também não é certo que vá ganhar pontos com o prefeito e seu entorno por fazer uma defesa tão contundente da gestão. Como fez também no caso do sumiço do milho. A percepção, inclusive do próprio parlamentar, é de que a torcida é forte para que não  esteja entre os dezessete legisladores após a contagem dos votos. Então, não se compreende porque tem uma atuação tão agressiva, que constrange até os próprios correligionários. Se dependesse de barulho, companheiros do vereador Carlinhos não estariam  na lista dos “certos” para a reeleição.

       O professor Alan não representa qualquer ameaça à reeleição do prefeito Fábio. È apenas um nome do partido Novo para  representar os verdes na disputa. Não dispõe de tempo nas emissoras para fazer sua campanha e não tem nenhuma certeza de que PP lhe dará suporte como vice. Nem o próprio pré-candidato sabe quem são os nomes para a chapa proporcional e duvida-se que os conhecidos empresários do grupo deem o suporte financeiro na proporção que uma campanha exige, exceto se for apenas para figurar na disputa. Portanto, ainda não é um alvo estratégico a ser abatido e se estranha que a artilharia do vereador já esteja alvejando o professor. Mas, uma coisa é certa: dois personagens estão felizes com o infortúnio do pré-candidato do Novo e não é preciso dizer quem, de tão óbvio. A incógnita é se o jogo é combinado. E agora que é preciso prestar atenção à semântica das palavras para que as igrejinhas não deem a elas uma conotação maliciosa, a “bala” citada no título não se refere ao artefato bélico que vez por outra encontra um corpo andando pelas ruas do Rio de janeiro, que partem perdidas e depois são achadas.


Gisonaldo Grangeiro, "cearense" de Pernambuco, agrestino do Polo, professor efetivo da Rede Estadual de Educação do Estado do Ceará e da Rede Municipal de Educação de Fortaleza.

NO RECIFE CAI O PREÇO DA GASOLINA, DO ETANOL E DO ÓLEO DIESEL

 


No Recife a gasolina teve redução no preço de 0,75, durante o mês de maio. O etano também ficou mais barato, 0,70%. A maior redução foi do óleo diesel, 0,95%.

O Loteamento Nova Vitória teve o menor preço no diesel e na gasolina, enquanto Ponto de Parada registrou a menor média para o etanol

Levantamento exclusivo foi feito pela ValeCard, empresa especializada em soluções de mobilidade, com base em transações realizadas em mais de 25 mil estabelecimentos credenciados em todos os estados do Brasil.     

PREFEITURAS PAGAM CACHÊS ALTOS A ARTISTAS NO PERÍODO JUNINO

 

Xand Avião
Zé Neto e Cristiano

Municípios de pequeno porte estão pagando cachês altos a artistas, no período junino. É o caso de Saloá no Agreste Meridional, que contratou Xand Avião, pela prefeitura e vai pagar ao cantor e compositor a quantia de R$ 600 mil por uma única apresentação na cidade.

São Caetano, cidade pequena próxima a Caruaru, investiu ainda mais. A prefeitura do município irá gastar R$ 650 mil com a dupla Bruno e Marrone, que nem ao menos canta música junina.

Essas despesas das prefeituras estão sendo acompanhadas pelo Ministério Público, que fez um levantamento dos shows em cada cidade,  através do Portal da Transparência.

Em Araripina, cidade de porte médio do Sertão de Pernambuco, a dupla Zé Neto e Cristiano custará aos cofres públicos a importância de R$ 670 mil. E o mesmo município irá pagar R$ 654 mil por um show de Maiara e Maraísa. 

Caruaru, cidade de grande porte, que realiza o maior São João do Brasil, tem entre as atrações da festa junina Luan Estilizado, Saia Rodada e Zezo. O custo desses artistas é de R$ 600 mil.

Em Garanhuns acontece no próximo mês o Festival de Inverno. Muitos artistas famosos foram contratados para o evento. Pelo que estamos informados, nenhum dos cantores que vão se apresentar no FIG irá receber cachê de meio milhão com esses que vão se apresentar em Saloá, São Caetano e Araripina. 

Aliás, há uma informação que a Secretaria de Cultura de Garanhuns estipulou um teto,  de modo que nenhuma atração contratada para o Festival ficasse acima dos R$ 300 mil.

domingo, 2 de junho de 2024

Eduardo da Fonte diz que o Azul é “igual” ao Vermelho

        


 Se o deputado Eduardo da Fonte que deu entrevista ao radialista Márcio Felipe não for o mesmo bravateiro que prometeu impedir coligação do PP com qualquer partido que filiasse o prefeito Fábio Aragão, está fechado o caixão da possibilidade de uma junção dos progressistas com o grupo Boca Preta. Segundo declaração do deputado, “a chance de apoiar o grupo de Edson Vieira é a mesma chance de apoiar Fábio Aragão”, ou seja, zero, porque o prefeito foi quem despachou o deputado, como ele está despachando agora os azuis. A fala do deputado termina precipitando o movimento pré-eleitoral porque dá uma certa nitidez ao cenário político, já que era dele que se esperava alguma declaração sobre as articulações políticas e a oposição dependia dela.

        De Eduardo da Fonte esperavam-se três decisões: levar o PP para uma junção com os azuis, lançar uma pré-candidatura do empresário Robson Ferreira ou apoiar o nome do partido Novo, aparentemente o professor Alan Clemente. Com a primeira possibilidade descartada, não foi possível concluir na fala do deputado que o professor teria o apoio do PP à sua pré-candidatura. Da Fonte elogiou Alan Clemente, reconheceu nele credenciais para a disputa majoritária e chegou até a dizer que o integrante do Verde tem melhor currículo que o prefeito Fábio, algo que em política não diz muito. È só comparar o professor e intelectual Fernando Henrique Cardoso com o “analfabeto” Lula e ver como terminaram os respectivos governos em 2002 e 2010. Mas Da Fonte precisava dessa diplomacia para não assumir abertamente, pelo menos por enquanto, o rumo que os progressistas tomarão em seis de outubro.

       Pelo que declarou o deputado, não se pode assegurar seu apoio ao professor Alan, principalmente se observarmos a movimentação recente do empresário Robson Ferreira através de fotos e vídeos em grupos de watts da cidade e região. Sabe-se que as palavras do empresário tem o prazo de validade de dias, no máximo uma semana, mas é preciso sempre relembrar. Robson amealhou dez mil votos na eleição de 2022, ficando na primeira suplência do PL. Ao sair para o PP, seduzido por Da Fonte, o empresário praticamente deu adeus à possibilidade de assumir o mandato em Brasília, mesmo que por alguns meses. O “acordo” Da Fonte-Valdemar Costa Neto não garante que Robson não perca a suplência. Sendo assim, a troco de que ele saiu do PL para se filiar ao PP, senão com a garantia de poder ser candidato a prefeito?

        Agora, como Da Fonte pode apoiar um nome de segunda linha do Verde, que se filiou ao Novo sem conhecimento do deputado, partido que não tem sequer uma chapa proporcional de pré-candidatos a vereador? Um pré-candidato que abomina hipocritamente a política tradicional, onde o chefão do PP acumula poder? Tudo isso descartando os dez mil votos de Robson? Que “desistiu” da pré-candidatura por sentir corpo mole dos verdes para no final não estar na chapa majoritária? È esse nó que o deputado Eduardo precisa desatar, mas é fato que os verdes não podem fazer vetos porque não controlam partidos  e os nomes fortes potenciais pré-candidatos a vereador estão filiados ao PP. Como não cravou o apoio ao professor Alan, é natural que o deputado vá sugerir a chapa Robson-Alan Clemente e os verdes terão de fazer um balé bem convincente para recusar.

      Quanto aos azuis, resta claro que vão marchar sozinhos com a candidatura da ex-deputada Alessandra Vieira. Não há mais amarras para se definir o nome do possível vice, que não foi feito até agora justamente pela difícil possibilidade de uma junção com o PP, definitivamente sepultada por Da Fonte. Com os verdes virou impossível depois do míssil nuclear disparado pelo radialista Ernesto Maia e pela vereadora Jéssyca Cavalcante, que expuseram a nudez gerencial dos “diferentes” e embalsamou de vez uma possível nova candidatura Alan Carneiro, forçado a desistir. Caberá aos bocas pretas definir as estratégias e demonstrar o que conquistaram para a campanha eleitoral ao se filiarem ao PL, apostando na dupla Bolsonaro e Michele. Por enquanto, a pré-campanha tem sido temperada pelos discursos de “quem fez”, “quem não fez”, “quem tem obra”, “quem reciclou obra” propagados tanto pela militância quanto por pré-candidatos. Na fundamental definição do vice, os bocas podem optar pela “função apelativa”, com a missionária Sizerônica; pela “função emotiva” com Dida de Nan ou pela “função metalinguística” com Joselito Pedro.

          Se Da Fonte pensar pequeno e aceitar a vice na chapa do professor Alan, estará contrariando a lógica que costuma prevalecer na política e, principalmente, será alvo de questionamento sobre a “raposa política” que aparenta ser, afinal, controla uma forte bancada na ALEPE e vai arriscar sair da eleição de Santa Cruz como terceira via? Um ponto importante a ser definido é a presença do prefeito de Recife, João Campos, reforçando os azuis, em deferência ao ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho. João teria coragem e contrariaria a dupla Diogo-Carreras? Miguel teria prestígio para tanto? Tudo isso e mais a prometida entrevista de Eduardo da Fonte, onde ele vai explicar o rompimento com o prefeito, ficam para os próximos pouco mais de dois meses. Por enquanto, fiquemos com a sugesta pesada do vereador Carlinhos em direção ao professor Alan Clemente. Reticências ou ponto final?

 Gisonaldo Grangeiro, "cearense" de Pernambuco, agrestino do Polo, professor efetivo da Rede Estadual de Educação do Estado do Ceará e da Rede Municipal de Educação de Fortaleza.

DEPUTADOS LIBERAM FAKE NEWS E DIZER A VERDADE PODE DAR CADEIA

 



Em sessão realizada quinta-feira passada, deputados federais mantiveram o veto ao projeto que criminaliza as fake news.

Na prática, os parlamentares liberaram a população brasileiras para espalhar mentiras através da internet.

Na votação realizada em Brasília, a bancada evangélica em sua maioria votou a favor das fake news, contrariando o princípio bíblico de que mentir é pecado.

O liberou geral permitido pelo Congresso é tão esdrúxulo que o site Sensacionalista, que costuma fazer humor com assuntos sérios advertiu o seguinte: 

A partir de agora perigoso é falar a verdade. Pode dar cadeia. Pode parecer brincadeira, mas nesse Brasil atual, com esse Congresso que temos, tudo é possível.

O QUE ESTÁ EM JOGO NA ELEIÇÃO DE PREFEITO DE SÃO PAULO

 


A entrada do influenciador Pablo Marçal na disputa pela prefeitura de São Paulo, provocou mudanças políticas na maior cidade do Brasil.

Pesquisas divulgadas depois do anúncio da pré-candidatura de Marçal, pelo PRTB, mostram que o bolsonaristas tira votos de Ricardo Nunes (MDB) e Tabata Amaral (PSB), mas não de Guilherme Boulos (PSOL).

Com isso, Boulos se isolou na liderança, ultrapassando os 37% das intenções de voto.

O prefeito Ricardo Nunes caiu para pouco mais de 20%, Pablo conquistou 10 pontos percentuais e Tabata ficou um pouco abaixo disso.

Se Guilherme Boulos crescer mais 5 ou 6 pontos pode vencer a eleição no primeiro turno.

Caso o socialista vá disputar o segundo turno contra Nunes, terá em seu palanque Lula, Geraldo Alckmin, Luíza Erundina e possivelmente a própria Tabata Amaral.

A eleição de prefeito de São Paulo passa a ser decisiva para os rumos da esquerda e da direita no país.

FILME "PSICOSE" FOI REALIZADO SOB DESCRENÇA DA INDÚSTRIA E DA IMPRENSA

 


Quando Alfred Hitchcock resolveu filmar "Psicose", em 1960, enfrentou muitas dificuldades.

Poucos antes de começar este trabalho, um jornalista perguntou ao diretor por que não parar quando estava no auge.

E frisou: "Afinal de contas o senhor está com 60 anos.

Ou seja naquela época uma pessoa com essa idade era considerada velha e devia se aposentar.

Passados mais de 50 anos a situação mudou muito. Woody Allen e Clint Eastwood, cineastas no mesmo nível de Hitchcock, realizaram seus últimos filmes perto dos 90 anos.

Nenhum dois dois, ao que se sabe, tiveram de passar por questionamentos semelhantes ao inglês, na década de 60 do século passado.

Os estúdios não acreditaram em "Psicose" e no início até pessoas próximas do diretor temiam pelo fracasso.

Alfred teve de hipotecar a casa para bancar as filmagens.

A imprensa também não apostou muito. A história do filme, já contada em livro, antes da realização do longa, parecia difícil de adaptar, muitos desacreditaram que podia render bem na tela.

Hitchcock, com o apoio de sua esposa, Alma, contrariou a todos - teve problemas até com a censura - realizou um dos seus melhores trabalhos e "Psicose" ainda hoje é sinônimo de suspense de qualidade.

Antes o diretor inglês, que depois de ficar conhecido passou a trabalhar nos Estados Unidos, tinha realizado, Um Corpo Que Cai, Janela Indiscreta, Rebecca, a mulher Inesquecível e Intriga Internacional.

Esses quatro e outros tinham consolidado seu nome como "Mestre do Suspense".

Depois de "Psicose" ela ainda fez mais seis filmes, dentre eles "Os Pássaros" (também excelente), mas nenhum superou o êxito do filme de 1960.

NEYMAR É O RETRATO DE UM BRASIL DECADENTE, REATIVO E MELANCÓLICO

 


Milly Lacombe
*

Assim como o Brasil envelhecido e conservador, Neymar está perdido entre o masculinidade tóxica e o empreendedorismo predador. Acha razoável responder a uma crítica chamando mulher de feia, velha e louca e acha bonito investir em projetos que envolvam a destruição de áreas de proteção ambiental.

O que tem em Neymar além desses dois mundos, o do homem tóxico e o do capitalista destruidor? Tem o jogador que parece não gostar mais de jogar e o pai que não se recusa a pagar largas pensões para que as mulheres que dele engravidaram cuidem dos filhos que ele fez. Parece bastante coisa, mas é bem pouco na verdade. É o mínimo, aliás.

Neymar, assim como a masculinidade frágil de forma geral, não consegue escutar críticas sem espernear e quando esperneia a pirraça acontece em escala mundial dada sua fama e alcance. Essa masculinidade tão apequenada precisa invariavelmente dar a última palavra, falar mais alto, xingar mais forte, reagir mais virulentamente.

Trata-se de um garoto preso no corpo de um homem. Um garoto que se recusa a crescer. Um garoto que acredita que a vida é rasgar os pneus do amigo que fez uma brincadeira boba com seus sapatos. Um garoto que abre a câmera e sai falando qualquer absurdo machista que passe pela sua cabeça porque tem certeza que o mundo é seu playground e que vomitar misoginia é apenas mais um chute em direção ao gol.

Neymar poderia ter sido imenso e, nesse caminho, nos ajudado a viver numa sociedade mais justa. Optou por jogar sozinho. E, jogando sozinho, vai protagonizando espetáculos deprimentes de descontroles e desatinos sempre para proteger os mesmos valores decadentes que estão nos afundando em destruição. As pessoas mudam e Neymar pode um dia mudar. Seria uma transformação poderosa. Mas, para isso, ele precisaria querer abrir a cabeça e me parece que ele não quer. Assim, seguiremos testemunhando seus chiliques, fúria verbal e descontroles. Quase sempre - por motivos que Neymar precisará de tempo para compreender - direcionados mais violentamente contra mulheres.

*Milly Lacombe é jornalistaO trecho foi reproduzido de um texto publicado no Portal UOL.

RAQUEL LYRA E SEU TIME PRESENTE EM CARUARU

 


Raquel Lyra sempre presente em Caruaru.

Está certa, afinal de contas é sua terra e por ter sido prefeita do município se projetou politicamente, se tornando a primeira mulher a governar Pernambuco.

Na foto do blog Cenário ela aparece com o prefeito Rodrigo Pinheiro, o ex-secretário Daniel Coelho e o deputado federal Mendonça Filho.

Mendoncinha vai apoiar Daniel, pré-candidato à prefeitura do Recife.

Se a eleição fosse hoje o candidato de Raquel na capital ficaria em terceiro ou quarto lugar. Perde para João Campos e Gilson Machado.

Tem menos de quatro meses para reverter o quadro desfavorável. 

quarta-feira, 29 de maio de 2024

È melhor um Carlinhos na mão do que dois Nanau pulando?

         


Um áudio divulgado pelo jornalista Júnior Albuquerque, no programa Ernesto Maia, da rádio Comunidade FM, expôs um clima de tensão entre pré-candidatos do grupo Taboquinha à câmara de vereadores de Santa Cruz do Capibaribe. Já se sabia de uma atmosfera ruim que poderia estar atingindo o vereador Carlinhos da Cohab, apenas não estava explícita. Clima ruim que não começou agora, mas lá atrás, naquele entrevero que o vereador teve com o prefeito Fábio Aragão. Evento que marcou uma linha divisória na relação entre dois. De cordeirinho acanhado e obediente, temeroso do tom bélico do vereador, o prefeito puxou o freio e enquadrou Carlinhos. O freio foi tão forte que o parlamentar cogitou a possibilidade de não mais disputar eleições. Não se sabe exatamente os motivos, mas todo mundo falava que tinha a ver com espaços na gestão do prefeito, partilha de currais eleitorais, ciúmes de colegas de bancada e a ação de alguns secretários.

       O fato é que ali o vereador percebeu que teria novos adversários com que se preocupar na disputa pela reeleição e estes novos adversários não estavam nos grupos rivais apenas, e sim dentro do seu próprio terreiro taboquinha. È o que se convencionou chamar de “fogo amigo”, ou seja, um fogo que não vem da trincheira do inimigo à frente. Fogo este que o estilo do próprio vereador pode ter motivado. Os meses subsequentes deram a impressão de que “bombeiros” poderiam ter extinto as chamas e a convivência minimamente pacífica tinha voltado. Mas a recente montagem das chapas com as prováveis pré-candidaturas a vereador parece ter reavivado a brasa da rivalidade interna que estava ocultada. E agora não há mais nada que um pré-candidato possa fazer se se sentir incomodado com a legenda a que está filiado. È ir em frente ou desistir.

     No áudio em questão, estava a voz do ex-vereador Doutor Nanau, conhecido nas redes sociais pela longevidade que dedica aos grupos políticos que se alternam na gestão do município. Importante destacar que o ex-vereador foi o secretário de saúde da gestão passada, dos Bocas Pretas, pasta responsável pela UPA, que o vereador Carlinhos chamou de “chiqueiro de poico”, num dos disparos de metralhadora que costuma fazer no seu programa das manhãs de sábado. E até recentemente, 5 de abril, o ex-secretário era o sub da irmã do prefeito, Simone Aragão, na referida secretaria, que agora administra a “Nova UPA”. Um verdadeiro angu político. Recentemente desincompatibilizado, doutor Nanau vai disputar uma vaga de vereador diretamente com Carlinhos da Cohab, na mesma chapa e é tido como forte candidato. Rola nas redes sociais que o doutor Nanau teria dois generais eleitorais (cabo eleitoral é para os outros): o vice-prefeito Helinho Aragão e o chamado supersecretário Marcelino Cumaru. Não há evidências que sim, mas não há, tampouco, afirmativas que não.

         Então, numa chapa com o vereador Flávio Pontes, o ex-prefeito Toinho do Paraná, o ex-secretário doutor Nanau, o vereador Carlinhos se vê ameaçado eleitoralmente e admitiu no último programa que pode estar sendo cozinhado em banho Maria. Não só admitiu como deu nome a alguns “bois”. A principal queixa do vereador é que se diz fiel ao grupo desde sempre, principalmente naquele episódio de 2020 quando, segundo dizem, teria ficado ao lado do pai do prefeito na disputa com o PSB pela candidatura que resultou depois no mandato do prefeito  Fábio. Enquanto muitos chamavam seu Fernando de “enfadado” e estão agora lotados na gestão municipal. Especificamente ao ex-secretário, Carlinhos o considera um pula-pula, cujo amor político se dissolve como um efervescente Sonrisal e uma nova paixão surge, independente da cor, contanto que tenha uma caneta para assinar o ato e posteriormente publicar no diário oficial.

      Goste-se ou não do vereador, há que se reconhecer o mérito da sua queixa. Seu comportamento político é reprovável, talvez esteja fazendo uma colheita do que plantou, mas nesse episódio razão ele tem. E até se compreende seu desabafo porque  quem deveria apaziguar está silente endossando os “pula-pula”. Não se tem o mínimo resquício de que o prefeito Fábio esteja mediando a situação. Para tranquilizar Carlinhos e reconhecer sua fidelidade ao pai e ao grupo e também para acolher o doutor Nanau, já que a soma política é sempre o objetivo para garantir a vitória. Não há da parte de nenhum personagem do grupo Vermelho uma iniciativa pacífica, há sim, um silêncio desesperador para o parlamentar. Como se agora ninguém fizesse mais questão de esconder que o objetivo é fazer com ele o que o Leão do Pici fez com o Gatinho da Ilha do Retiro. E a situação não é tranquila para o vereador. Dizem que das duas vagas certas da chapa , uma estaria  assegurada para Flávio Pontes e a outra seria para o vencedor do “vale tudo” entre Carlinhos, doutor Nanau e Toinho do Paraná.

        Se observarmos, os “ETs” têm mais prestígio na gestão do que o vereador Carlinhos. Gilson Julião, Emanuel  Ramos, Irmão Soares não estão tensos com a chegada do processo eleitoral e não sofrem internamente qualquer “fogo amigo”. Carlinhos já ficou no povão lá na vila do Pará enquanto seus colegas estavam no palanque com o prefeito, já ficou sozinho no episódio Takegate e agora não apareceu no lambe-lambe tirado em Brasília durante a marcha dos prefeitos. São sete homens, mas o único destino em foco é Carlinhos da Cohab. Ele que se prepare, o fogo crepita, estão de olho no seu horário semanal aos sábados na rádio Vale, A Voz do “Pavão”. E não é apenas o doutor Nanau, supostamente turbinado pelos personagens supracitados.  Para fechar, um detalhe pitoresco. Além da artilharia de Carlinhos na direção de doutor Nanau, um personagem das redes sociais puxou sua garrucha e também disparou na direção do ex-secretário, atribuindo-lhe essa modalidade política do pula-pula. Trata-se do popular Bigode, um especialista na prática. Um caso eloquente do “sujo” falando do “mal lavado”. Oficialmente, pelo menos até 6 de outubro, Bigode é Boca Preta, considerando o voto que digitou em 2020, mas já foi Zé Augusto e agora nas redes sociais é Vermelho, esperando apenas o “divórcio”, ou seja, digitar o número do prefeito Fábio na urna para entrar eleitoralmente no grupo. Administrativamente já entrou porque essa entrada precede àquela quando se trada de “pula-pula”.

     

 Gisonaldo Grangeiro, "cearense" de Pernambuco, agrestino do Polo, professor efetivo da Rede Estadual de Educação do Estado do Ceará e da Rede Municipal de Educação de Fortaleza.